sábado, 23 de junho de 2018

CTG Porteira do Rio Grande realiza assembleia de eleição e prestação de contas


Neste sábado (23), aconteceu a assembleia de eleição da patronagem do CTG Porteira do Rio Grande. Elvio Guagnini Rossi foi aclamado o novo patrão para o biênio 2018-2020. Apenas uma chapa concorreu à eleição. Estiveram aptos a votar todos os sócios que estavam em dia com a entidade no dia 31 de dezembro de 2017.

Durante o evento, o atual patrão Luiz Carlos Bossle da Costa apresentou a prestação de contas do CTG, informado que o saldo atual da entidade é de R$ 599.333,54 (em 23 de junho 18). Ele ressalta, que além desse valor, existe a quantia de R$ 100 mil destinada pela Farmácia São João, através de Lei Rouanet, que deverá ser captada para o 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria.



Ao conduzir a assembleia, o patrão Luiz Carlos lembrou que quando assumiu o cargo teve o desafio de viabilizar a entidade, cumprindo com os compromissos e com o dever de realizar um dos maiores eventos tradicionalistas, em uma época em que o país enfrenta graves problemas financeiros. Ele destaca que para isso a equipe trabalhou com muita seriedade, buscando os melhores contratos e participação do público. Para Luiz Carlos, a sensação deste momento é de missão cumprida, tendo a certeza de estar entregando o CTG Porteira do Rio Grande em ótimas mãos.

Para o novo patrão, Elvio Rossi, o maior desafio que terá é dar continuidade ao excelente trabalho desenvolvido pela atual patronagem. Ele salienta o peso que o nome Porteira do Rio Grande tem para a tradição gaúcha, inclusive, muitas vezes, servindo de modelo para outras entidades tradicionalistas. Elvio reforça ainda, que o trabalho só poderá ter êxito se contar com o apoio dos associados e da comunidade de Vacaria.

A posse da nova patronagem acontece no dia 28 de julho, com um jantar baile, onde também será comemorado os 63 anos do CTG Porteira do Rio Grande. Os ingressos podem ser adquiridos na sede da entidade.


A nova patronagem é composta pelos seguintes integrantes:


Patrão: Elvio Gianeto Guagnini Rossi

Capataz: Luís César Lisbôa

Sota Capataz: Clodoaldo Dorival Rezende

Primeiro Tesoureiro: Igor Coelho Venson

Segundo Tesoureiro: Robson Carraro da Silva

Primeiro Secretário: Evandro Alves Maciel

Segundo Secretário: Juliano Martins Gobetti

Patrão da Campeira: Jeferson Araldi de Camargo


CONSELHO DE VAQUEANOS


Luiz Carlos Bossle da Costa

Mara Valmorbida Barcelos

Frederico da Luz Amarante

Eloi Francisco Barbosa da Silva

Cleomar Alves da Silva

Paulo Ricardo Ossani

Ironita de Lord Bueno Guerreiro


SUPLENTES


Ildo Oliboni

Maria Beloni Toledo da Silva Rodrigues

Fonte e foto: Assessoria de imprensa do CTG Porteira do Rio Grande

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ypiranga Futebol Clube


As origens do Ypiranga Futebol Clube remetem à rivalidade com o Ítalo-Brasileiro, então o único clube da cidade de Erechim. Em 1924, uma partida entre o Ítalo-Brasileiro e o Douradense, time da Linha Dourado, estava sendo disputada no campo onde hoje se localiza a praça Júlio de Castilhos, no centro de Erechim. Um grupo de pessoas que recentemente havia chegado à cidade demonstrou apoio ao Douradense – fato que provocou uma confusão generalizada ao final da partida.

No dia seguinte, reunidos no salão de festas do Hotel Central, instalado na Avenida Maurício Cardoso, o grupo de entusiastas do futebol decidiu pela criação de um novo clube. Sua motivação patriótica deu à nova agremiação as cores verde e amarelo, bem como um nome que fazia referência à independência do país: no dia 18 de agosto de 1924, nascia o Ypiranga Futebol Clube.

Foto: Redes sociais do Ypiranga de Erechim


Entre os fundadores, estão registrados nomes como Arthur Incerti, Favorino Pinto, Ercilia Di Francesco Amorim, Fioravante Tagliari, Florêncio Antunes de Oliveira, Francisco de Oliveira Dias, Heraclides Franco, Jacinto Godoy, João Antonio Sírtoli, João Magnabosco, João Reis Solon, João Vitorino dos Reis, José Maria de Amorim, Lizandro Araújo, Nilo Amorim, Otto Feldmann, Paulo Damasceno Ferreira, Sigismundo Pllak, Sebastião César, Silvestre Péricles Monteiro – mais tarde autor do hino do clube –, Simão Vasconcelos de Souza, Themistocles Ochoa, Theodoro Tedesco e Vitório Alovise.

Na sua primeira partida, disputada no dia 20 de setembro de 1924 justamente contra o Ítalo-Brasileiro, a primeira vitória: 1 a 0 para os ypiranguistas. A primeira escalação do Ypiranga trazia Theodoro Tedesco, Miguel Nunhofer e Gradin; Hagers, Arthur Incerti e Buscaro; Waldemar Stumph, David Massignan, Horaci Oliveira, Ludovico Incerti e Sady Dias. Como reservas figuravam Pigozzo e Morganti. Os treinos eram dirigidos por Vitório Alovisi. A primeira torcida organizada foi formada por senhoras e senhoritas que, para angariar dinheiro ao clube, vendiam botões de rosa durante as partidas: eram “As Legendárias”. Durante muitos anos a entidade funcionou como clube social, disputando campeonatos de futebol amador. Sua sede ficava na Rua Alemanha, e as partidas de futebol eram disputadas no Estádio da Montanha, hoje Bairro Ipiranga.

Em 1950 o Ypiranga alcançou o seu primeiro título de projeção estadual, quando foi Campeão Estadual de Amadores. De 1950 a 1967 participou do Campeonato Gaúcho da segunda divisão, juntamente com o Atlântico Futebol Clube, também de Erechim. A rivalidade entre os clubes produziu o grande clássico do futebol da região: o “Atlanga”.

Em 1964 o Ypiranga iniciou o projeto de construção do Estádio Colosso da Lagoa. Em 1967, o clube foi campeão estadual da Divisão de Acesso, o que colocou a equipe pela primeira vez na Primeira Divisão do Futebol Gaúcho.

O Colosso da Lagoa foi inaugurado com um torneio que reuniu, além do anfitrião Ypiranga, Taguá de Getúlio Vargas, Atlântico de Erechim, Esportivo de Bento Gonçalves, Grêmio e Internacional de Porto Alegre, Santos, Botafogo do Rio de Janeiro, Cruzeiro de Belo Horizonte e Independiente da Argentina. O primeiro jogo do torneio ocorreu entre Grêmio e Santos, no dia 2 de setembro de 1970. Pelé, recém tricampeão mundial no México, inaugurou o estádio com seu gol 1040. O Ypiranga estreou no Colosso com vitória de 3 a 2 diante do Esportivo.

Mantendo-se na primeira divisão gaúcha durante os anos setenta, o clube chegou a paralisar suas atividades no final da década. Seu retorno à elite do futebol gaúcho aconteceu com o bicampeonato da Segunda Divisão, conquistado em 1989. Com boas campanhas na década de 1990, em 1994 o clube conquistou o título de campeão do Interior, feito repetido em 2009, logo após o tricampeonato da Divisão de Acesso em 2008. Em 2010 e 2011, o clube fez suas primeiras aparições na Copa do Brasil, enfrentando respectivamente Avaí e Coritiba. Em 2014, o quarto título na Divisão de Acesso trouxe o clube de volta à primeira divisão do futebol do Rio Grande do Sul.

O ano de 2015 foi ainda melhor: uma bela campanha no Campeonato Gaúcho deu ao clube a chance de disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. E com muita garra, o Ypiranga ficou entre os quatro melhores e conquistou a vaga para disputar a Série C do Campeonato Brasileiro em 2016. E no início de 2016, mais uma ótima notícia: o clube herdou uma vaga para a disputa da Copa do Brasil.

O Ypiranga foi rebaixado em 2016 à Divisão de Acesso. Em primeiro ano, o clube de Erechim bate na trave para retornar à elite do futebol gaúcho, perdendo a vaga no Gauchão para o Aimoré de São Leopoldo.

A equipe busca se manter na série C do Campeonato Brasileiro.


Fonte: Site do Ypiranga Futebol Clube de Erechim

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Esporte Clube Internacional


O Esporte Clube Internacional de Santa Maria foi fundado em 16 de maio de 1928 por iniciativa de um grupo de jovens não extinto Café Guarany. A criação partiu da vontade de criar um novo clube de futebol em Santa Maria, que fosse forte o suficiente para derrotar o até então único tempo existente na cidade.

A escolha do nome internacional e pela expressão que foge apenas do regional. Como núcleos de origem do Inter SM foram preto, amarelo e vermelho. Mas devido a II Guerra Mundial, como núcleos como eles são mudadas, adotando então o vermelho e o branco como como seus núcleos.

Já o primeiro campo do alvirrubro para o antigo Prado, em vez, passou um jogo no campo do Militar, que ficava localizado em frente ao Quartel da Brigada Militar.

Torcida do Inter de Santa Maria no estádio Presidente Vargas (Foto: blog da torcida do Inter-SM)


A primeira partida do Inter SM aconteceu em 19 de agosto de 1928, contra o Militar Foot-Ball Clube, que venceu pelo placar de dois a zero. Ainda não é novo, há uma nova vitória do alvirrubro, diante do União FBC, por quatro a um.

Já a primeira vitória em partidas oficiais, só aconteceu em 1930, com um gol de Tabica diante do 7 de Setembro. No mesmo ano, foi concluído o primeiro clássico Rio-Nal, conhecido como Inter-Rio na época, que terminou empatado em 1x1.

Uma nota de 40 foi de muitas vitórias dentro e fora do campo para o alvirrubro A primeira vitória do Inter SM no clássico foi em 1940, quando venceu o rival por 1x0. Dois anos depois, conquistou o primeiro título citadino invicto. Em 1943, deu-se início a construção da atual casa do Inter SM, o Estádio Presidente Vargas, com a sua inauguração em 1947. Em 1952, uma área onde se localiza o Estádio Presidente Vargas foi doada ao Inter SM pelo prefeito de Santa Maria na época, Heitor Silveira Campo.

No ano de 1968, o Internacional foi campeão da Zona B do Ascenso e se classificou para a Divisão Especial no ano seguinte.

Uma nota de 80 também foi marcante para o alvirrubro. Em 1980, o Inter SM ficou em 3º lugar não hexagonal final do Campeonato Gaúcho, classificando-se para a Taça Prata - série atual do Campeonato Brasileiro - em 1981. Já em 1982, o alvirrubro disputava a Taça Ouro-atual série A do Brasileirão -, aonde chegou até a segunda fase da competição.


Em 1985, outro fato histórico não Inter SM. Sirlei Dalla Lana, presidente do alvirrubro, foi uma primeira mulher presidente de um clube profissional no Brasil.

Em 1990, o Internacional fez uma bela campanha na 2ª divisão. Foram 29 jogos invicto, 21 vitórias, oito empates, o ataque mais positivo, uma defesa menos vazada, o goleador do campeonato (Mauro - 19 gols), o goleiro menos vazado (Miguel) e não perdeu nenhum jogo em Santa Maria.

A tão esperada volta a elite do futebol gaúcho aconteceu em 2007, quando é Inter SM terminou a Divisão de Acesso na vice-liderança. Em 2008, o alvirrubro foi 3º colocado no Campeonato Gaúcho e garantiu vaga na série C do Campeonato Brasileiro.

Em 2011, com uma péssima campanha no Gauchão, o alvirrubro acabou rebaixado da competição. Desde então busca o retorno à elite de futebol gaúcho, batendo na trave em 2017 e 2018, quando foi eliminado pelo São Luiz e Pelotas, respectivamente.



Fonte: Site do Esporte Clube Internacional de Santa Maria

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Clube Esportivo Aimoré


O Clube Esportivo Aimoré foi fundado no dia 26 de março de 1936 em São Leopoldo, região da grande Porto Alegre por Emílio Dietrich, Nelson Presser, João Ignácio da Silveira, Armando Jost, Plínio Hauschild, Orlando Haas, Alcides Cunha, Felisberto Ramos Filho, Rubem Presser, Walter Haas, Aníbal Lopes Diniz, Djalmo Luiz da Silva e Werner Schmidt.

O primeiro nome sugerido para o clube foi Malga Foot-Ball Clube, sendo alterado no dia da fundação para Clube Esportivo Aymoré. A primeira sede situava-se em um prédio ao lado de um armazém pertencente a João Ignácio da Silveira, primeiro presidente do Aimoré, no número 1.058 da Rua do Comércio (atual Rua Dr. Hillebrand, no Bairro Rio dos Sinos).

O escudo do Clube Esportivo Aimoré, também conhecido como Índio Capilé


O principal rival do Aimoré é o Novo Hamburgo. O clube também cultiva uma rivalidade recente com o Sapucaiense.


Primeiro campo


O primeiro campo do Aimoré localizava-se em uma chácara de propriedade de Henrique Bier, no atual Bairro Campina. O campo era rodeado por eucaliptos e foi utilizado pelo clube até 1940. Posteriormente, foi adquirido um terreno de propriedade da família Gernhardt, no Bairro Rio dos Sinos, onde foi construído o primeiro estádio do Aimoré: a Taba Índia, que recebeu jogos do Aimoré até 1961.


Primeiras partidas


O primeiro jogo da história do Aimoré ocorreu em 5 de abril de 1936, derrota para o Voluntários por 3 a 1. A primeira equipe de futebol era assim formada: Romeu Alfen; Osvaldo Oliveira e Darcy Mugica; João Sassen, Nelson Presser e Emílio Silva; Rubem Schneider, Aníbal Lopes Diniz, Dilermando Reis, Victor Crusius e Rubem Presser.

A primeira vitória ocorreu no dia 3 de maio, um a zero sobre o Sport Club Lombagrandense.


Anos dourados


A década de 1950 marca o início da profissionalização do Aimoré. Em 1953, o Internacional, através do seu presidente Ephraim Pinheiro Cabral, convidou o Aimoré para integrar a elite do futebol gaúcho (então chamada Divisão de Honra). Foi uma resposta ao Grêmio, que dias antes fizera o convite ao maior rival do Aimoré da época, o Floriano (atual Novo Hamburgo). No mesmo ano, seria realizado o primeiro "Clássico do Rio dos Sinos", em 19 de abril, com derrota do Aimoré para Floriano por 6 a 1. Geada (4 vezes), Soligo e Martins marcaram os gols da equipe de Novo Hamburgo, enquanto Charuto anotou o gol solitário do Aimoré.

No final de 1955, o Aimoré jogaria pela primeira vez fora do estado, ao realizar excursão à Santa Catarina, onde perdeu apenas uma partida. Em 1959, foi vice-campeão do Campeonato Citadino de Porto Alegre.

O clube cedeu cinco jogadores para seleção gaúcha que conquistou o campeonato panamericano de 1960 representando o Brasil. Eram eles: Suli, Soligo, Marino, Mengálvio (que acabou indo jogar no Santos de Pelé) e Gilberto Andrade.


Estádio Cristo Rei


O lançamento da pedra fundamental do atual estádio do Aimoré ocorreu em 1958. Através do empresário João Correa da Silveira, o Aimoré conseguiu a elaboração gratuita da planta para a nova praça de esportes do clube, feira pela empresa construtora Dietschi.

Em 1959, dirigentes do Aimoré tentaram um empréstimo de dez milhões de cruzeiros junto à Caixa Econômica Federal, para a construção de seu novo estádio, no Bairro Cristo Rei. Porém, ao descobrir que o empréstimo sairia caro aos cofres do clube, os dirigentes desistiram da oferta e resolveram arrecadar dinheiro através de campanhas entre dirigentes e associados.

No dia 26 de março de 1961, data do 25º aniversário do Aimoré, foi inaugurado o Estádio João Correa da Silveira, popularmente conhecido como Cristo Rei, em uma partida amistosa do clube com o Internacional. O Aimoré venceu por 1 a 0, com gol marcado pelo centroavante Uga, aos 44 minutos do primeiro tempo.

Ainda em 1961, o Aimoré realizou uma excursão à Argentina, disputando oito partidas, obtendo 4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. Estreou em solo argentino perdendo para o Huracán por 1 a 0. Em seguida, viajou para Tandil, onde venceu um selecionado local por 3 a 1, gols de Toruca, Osquinha e Bira. Empatou por 1 a 1 com o Boca Juniors no La Bombonera, com gol do centroavante Uga.

Na sequência, perdeu para o River Plate por 2 a 0. Em San Rafael, o Aimoré fez 3 a 0 na seleção local, com gols de Uga, Sebastião e René. Em San Juan, contra uma seleção da cidade, vitória por 2 a 1, gols de André Heinz e Parobé. Em nova partida com a Seleção de San Juan, o Aimoré venceu por 3 a 0 (dois gols de Uga e um de Daudt). No último jogo na Argentina, empate em 1 a 1 contra a Seleção de Mendoza. Sérgio Moacir Torres Nunes era o treinador na excursão.


Recomeço no futebol


Após os anos 70 o Aimoré entrou em um declínio financeiro e técnico, caindo para a segunda divisão gaúcha algumas vezes. Após a queda em 1994 o clube entrou em crise, licenciando-se do futebol profissional em 1997. Em 2006 o Índio Capilé retornou aos campos, iniciando um processo de reestruturação de seu departamento de futebol.

 Após cair, em 2011, para a terceira divisão do Gauchão, o Aimoré investiu forte e se sagrou campeão da Segundona (Terceira Divisão) em 2012. Em 2013 o Índio Capilé faz história, termina a Divisão de Acesso em 3º lugar e retorna, após duas décadas, ao Gauchão.

O Aimoré permaneceu dois anos na Primeira Divisão do Campeonato Gaúcho, mas em 2016, após vencer apenas uma partida, empatar quatro e perder oito, o Índio Capilé foi rebaixado novamente para a Divisão de Acesso do Gauchão.

O Aimoré em seu primeiro ano na Divisão de Acesso após o rebaixamento já conseguiu garantir o retorno à elite do futebol gaúcho em 2019.


Shana Müller canta a América em show no Teatro do CHC da Santa Casa


A cantora Shana Müller apresenta o show “Canto de América”, no dia 20 de junho. O espetáculo acontece no Teatro do Centro Histórico-Cultural da Santa Casa. O último show da cantora em Porto Alegre foi no lançamento do DVD “Canto do Interior”, em 2016, no Theatro São Pedro, trabalho que lhe rendeu o Prêmio Açorianos 2018 como intérprete regional.

Com 14 anos de carreira, a cantora tem maturidade artística para realizar um espetáculo todo em espanhol interpretando e imprimindo sua personalidade em canções gravadas por grandes referências de sua carreira, com a cantora argentina Mercedes Sosa. A escolha do repertório foi feita a partir de músicas que já estão nas canjas dos seus shows e outras que canta com amigos, mas não foram incluídas como músicas de trabalho, já que Shana sempre fez questão de consolidar suas interpretações em português.

Foto: Stefanie Teles


As influências artísticas de ícones como Teresa Parodi, Violeta Parra, Horacio Guarany, entre outros, foram decisivas na construção artística da cantora que trará ao palco ritmos como bolero, tango, milonga, chacarera e zamba, que refletem a presença da miscigenação dos povos espanhol e indígena na música da América. Shana vai dividir o palco com os músicos Felipe Barreto, violinista parceiro de estrada da cantora, o acordeonista Glauco Vieira, o pianista Cristian Sperandir e, Giovani Berti, percussionista com grande conhecimento em diferentes ritmos.

Sua trajetória é marcada pela proximidade com a música latina, desde a influência dos pais, que sempre apreciaram o ritmo, desde Trio Los Panchos a Pablo Milanés, ao momento marcante onde dividiu o palco com Mercedes Sosa, em Cachoeira do Sul-RS e no último show da cantora argentina em Porto Alegre. Pelas mãos do colega e amigo Luiz Carlos Borges, com quem fez show em Buenos Aires, conheceu artistas dos países vizinhos e, há 10 anos participa da “Fiesta Nacional do Chamamé”, em Corrientes, também na Argentina. A aproximação aconteceu em oportunidades como na participação do músico Mariano Cantero na percussão do disco “Brinco de Princesa”, de 2010 e, também, na abertura do show da cantora Soledad, em Porto Alegre, em 2015. Com o uruguaio Jorge Drexler, Shana mantém uma relação musical bem intensa tanto que ele já gravou uma música composta pela cantora. 

Serviço:


O que: Show “Canto de América”, de Shana Müller

Onde: Teatro do CHC Santa Casa (Avenida Independência, 75)  -Estacionamento no local

Quando: 20 de junho (quarta-feira) - 20h

Ingressos: R$ 50,00 inteira - R$ 25,00 meia (estudantes e idosos)

Vendas: Pela Sympla - https://bit.ly/2sfAcVH  / Na bilheteria do Teatro, no dia do evento



Te aprochega e confira a biografia completa da cantora Shana Müller

terça-feira, 12 de junho de 2018

Nas Flores do Jardim

Todo ano quando chega o dia 12 de junho - o Dia dos Namorados aqui no Brasil - é o momento de os casais apaixonados fazerem declarações de amor dando presentes ou postando fotos nas redes sociais.


Para celebrar esta data, em homenagem aos casais apaixonados o Repórter Riograndense escolheu uma bela música romântica como trilha sonora para este dia: o sucesso do Tchê Barbaridade “Nas Flores do Jardim”.

Foto: Facebook De Gaúchos e Cavalos


A seguir, fique com a letra desse grande sucesso da música e também a interpretação do Tchê Barbaridade de “Nas Flores do Jardim” que faz parte do primeiro DVD gravado pelo grupo em 2006 na cidade de Porto Alegre.



Nas Flores do Jardim

Compositor: Luiza Correa Da Silva (luluh

Intérprete: Tchê Barbaridade



Ando falando sozinho

Até já chorei baixinho

Depois da tua partida

Meu rancho felicidade, hoje se chama saudade

Sem você na minha vida

Não tenho forças pra nada,

E até mesmo a bicharada parece que chora

Descobri no abandono que eu daqui não era dono

Dona é quem foi embora

Tudo aqui lembra você minha razão de viver,

Eu vi, com você partindo nada tem valor pra mim

Só nas flores do jardim é que eu enxergo o teu rosto lindo



Fui machista, fui brigão, mas vejo na solidão

Que sem você sou um covarde

Fiquei eu e a implicância

Chimarreando com a lembrança do meu rancho de saudade

Me disse não levo nada

Na solidão da estrada a dor da despedida

Não levou nada nas mãos, mas dentro do coração

Se foi toda minha vida



Tudo aqui lembra você minha razão de viver,

Eu vi, com você partindo nada tem valor pra mim

Só nas flores do jardim é que eu enxergo o teu rosto lindo



domingo, 10 de junho de 2018

Esporte Clube Pelotas


Fundado em 11 de outubro de 1908, o Esporte Clube Pelotas construiu uma história de pioneirismo no futebol brasileiro, ultrapassando um século de glórias sem jamais fechar suas portas.

O Esporte Clube Pelotas começou a surgir na noite de 13 de setembro de 1908, quando, numa reunião na casa do Dr. Joaquim Luis Osório, na Rua 15 de Novembro, 471, foi acertada a fusão de dois clubes: Club Sportivo Internacional e Foot-ball Club.

Participaram da reunião os senhores: Joaquim Luis Osório, Leopoldo de Souza Soares, Francisco Rheingantz e João Frederico Nebel. Os dois primeiros eram presidentes do Internacional e do Foot-ball Club, respectivamente.

O objetivo era fundar, na época, uma associação desportiva que estivesse à altura do progresso que a cidade de Pelotas vinha experimentando. Caso a fusão fosse concretizada, o novo clube, em homenagem à cidade, levaria o seu nome e as suas cores seriam o azul e o amarelo.

Foto: YouTube


As negociações foram crescendo e, no dia 11 de outubro de 1908, nos salões do Club Caixeral, os sócios dos dois clubes aceitaram a proposta e criaram o Sport Club Pelotas.

O primeiro grande triunfo futebolístico do E. C. Pelotas ocorreu no dia 24 de outubro de 1909 quando, jogando em seu estádio (A Boca do Lobo), derrotou o Sport Club Rio Grande (clube de futebol mais antigo do país), que desde a sua fundação nunca havia perdido uma partida.

Seguiram-se ainda outros feitos memoráveis dentro do futebol:

– Organização do primeiro torneio intermunicipal de futebol do RS em 1910;

– Jogo contra o “scratch” uruguaio em 1911 (primeira partida disputada pela seleção uruguaia no país);

– Declarado Campeão Estadual por aclamação dos clubes gaúchos em 1911, após enfrentar vencer todos os campeões regionais;

– Disputa de inúmeras partidas contra clubes e seleções argentinas, gaúchas, cariocas e paulistas;

– Realização, em 1918, do Congresso Rio-grandense de Futebol, que resultou na criação da Federação Gaúcha de Futebol, por iniciativa do E. C. Pelotas; além de outras realizações.

Pelo seu pioneirismo e tradição em competições, o E. C. Pelotas sempre foi e sempre será considerado um dos principais clubes esportivos do país, dono de um patrimônio invejável e da maior e mais apaixonada torcida do interior gaúcho, colecionando ao longo de sua história inúmeros títulos, não só no futebol, mas também em outros esportes, como futsal, tênis, basquete, hóquei, remo, natação e atletismo, entre outros.

O Pelotas conseguiu, neste domingo, dia 10 de junho 2018, o retorno à elite do futebol gaúcho. Em 2019, os fãs do futebol gaúcho vão poder ver o clássico Bra-Pel contra o Brasil de Pelotas na primeira divisão.


Fonte: Site do Esporte Clube Pelotas


Te aprochega e conheça a história do Brasil de Pelotas

sábado, 9 de junho de 2018

Esporte Clube Cruzeiro


Fundado no dia 14 de julho de 1913, o Esporte Clube Cruzeiro despontou durante décadas como a terceira força do futebol gaúcho. O Cruzeiro destacou também em outras modalidades esportivas, principalmente basquete e atletismo. É o único clube esportivo do Rio Grande do Sul a ser Campeão Estadual na categoria principal em futebol, vôlei, futsal e basquete.

No futebol, a razão maior do clube, em seus primeiros anos de existência, foi Campeão de Porto Alegre em 1918, 1921 e 1929 e do Estado em 1918 e 1929. O Esporte Clube Cruzeiro protagoniza com a dupla Gre-Nal os clássicos Gre-Cruz e Inter-Cruz.

Todas as versões do escudo do Cruzeiro de Porto Alegre. Foto - Mc Nish


Além de ser reconhecido durante décadas como a terceira força esportiva do Estado, o Cruzeiro sempre se caracterizou por crescer contra os clubes grandes, tornando-se para estes um adversário temido e respeitado. Sua história está ligada à própria vida do futebol no Rio Grande do Sul.

Ao longo de seus quase 105 anos de existência, sempre despontou como um pioneiro. Assim foi em 1914, quando criou as categorias inferiores (infanto-juvenil e juvenil), os filhotes. E não demorou muito tempo para sugerir à presidência da Liga de Futebol Porto-alegrense que fosse organizado um campeonato só para meninos, lançando a ideia de que fosse fundada a Liga Infantil de Futebol.

Foi também o Cruzeiro que em 1917 propôs que fosse regulamentada a entrada de jogadores estrangeiros nos clubes gaúchos, a exemplo do que já ocorria em São Paulo e Buenos Aires.


CRUZEIRO BICAMPEÃO GAÚCHO


Em 1918, com a fundação da Federação Gaúcha de Futebol no mês de maio daquele ano, foi disputado o primeiro campeonato estadual. No entanto, devido ao surto da Gripe Espanhola que assolou o Estado, a competição não chegou ao seu final. A fase derradeira do estadual reuniria os campeões de Porto Alegre, que foi o Cruzeiro, de Pelotas, o Brasil, e de Livramento, o E.C. 14 de Julho. Como a fase final não foi disputada, os três clubes seriam os campeões estaduais dividindo o título de 1918. No entanto, este fato nunca foi oficializado pela Federação Gaúcha de Futebol.

Em 1929, ai sim, o Cruzeiro conquistou o título máximo do futebol gaúcho. Depois de vencer o Campeonato da cidade de Porto Alegre, o Cruzeiro ainda teve que enfrentar o campeão da cidade de Guaíba, o Itaphuy, e o campeão de Caxias do Sul, o Esporte Clube Juventude, antes de chegar ao quadrangular final. Na fase final, além do Cruzeiro, estavam o EC Ferro Carril de Uruguaiana, o Riograndense de Santa Maria e o Guarany de Bagé.

Na semifinal, no dia 12 de outubro 1929, o Cruzeiro ganhou do Riograndense por 2 a 0. As semifinais e a final foram realizadas no estádio Chácara das Camélias, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. O Guarany eliminou o Ferro Carril ganhando também por 2 a 0 na outra semifinal e credenciou-se a decidir o título com o Cruzeiro em 15 de outubro de 1929. O Cruzeiro ganhou a decisão por 1 a 0, gol de Nestor, cobrando pênalti. O Cruzeiro campeão jogou com Chico; Espir Rivaldo e Hugo; Totte, Emilio e Salatino; Ferreira, Torres, Nestor, Germano e Campão

Mais tarde, na temporada de 1945, tornou-se o primeiro clube gaúcho a contratar um técnico estrangeiro, o húngaro Emeric Hirchl, que trouxe consigo a famosa dupla Flamini e Lombardini.

Na década de 40, o Cruzeiro formou grande equipes e conquistou títulos importantes, como a Taça Cidade de Porto Alegre, em triangular com a dupla Gre-Nal nos anos de 1943 e 1947, o Campeonato Extra da Cidade de 1943, o Torneio Início no mesmo ano e os vice-campeonatos da cidade em 1942, 45 e 47.

Em 1941, o clube assinalava mais um grande feito ao inaugurar o Estádio da Montanha, considerado na época como um dos mais completos e modernos do País. Com a inauguração do novo estádio, na “Colina melancólica”, o Cruzeiro foi tomando vulto, foi se engrandecendo a aumentando ainda mais a sua galeria de glórias.

Este espírito pioneiro se fez sentir também em 1953, quando fez a sua primeira excursão à Europa, Ásia e Oriente Médio, tornando-se o primeiro clube fora do eixo Rio-São Paulo, a viajar tão longe. Além de um saldo positivo de vitórias, O Cruzeiro trouxe na bagagem um grande feito: o famoso empate com o Real Madrid, na época pentacampeão europeu e considerado o melhor time do mundo, em seu próprio estádio.

A excursão serviu para consolidar o seu prestígio no estrangeiro, prova disso é que em 1960 o Cruzeiro voltava à Europa para uma nova gira. Pelo êxito, esta excursão não ficou nada a dever à primeira e, na volta, os estrelados traziam para o Brasil o título de Campeões do Torneio de Páscoa de Berlim, considerado um dos mais importantes da época. Basta dizer, que afora o Cruzeiro, apenas um clube estrangeiro conseguiu tira-los dos alemães. Este clube foi justamente o Real Madrid.

Ao longo dos seus 105 anos de glórias e muita tradição, a equipe principal de futebol do Cruzeiro entrou em campo em mais de 2500 jogos. Destes, 89 são internacionais e 62 são interestaduais. O futebol do Cruzeiro já enfrentou clubes de 22 países: Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, El Salvador, Estados Unidos, Espanha, Itália, Alemanha, Israel, Turquia, Dinamarca, França, Suíça, Bulgária, Áustria, Iugoslávia, Bélgica, Suécia e Tchecoslováquia. No futebol brasileiro, o estrelado gaúcho tem 62 jogos interestaduais, sendo 38 contra equipes de Santa Catarina, nove contra paranaenses, oito contra cariocas e sete contra paulistas, tendo jogado em cidades como Santos, Curitiba, Florianópolis, Cianorte-PR, Cambará-PR, Cornélio Procópio-PR, Criciúma-SC, Joinville-SC, Itajaí-SC, Blumenau-SC, Brusque-SC, Lages-SC, Ibirama-SC, Rio do Sul-SC, Curitibanos-SC, São Joaquim-SC e Videira-SC. Dos 64 jogos interestaduais, 20 foram realizados no Rio Grande do Sul e 44 fora do RS, sendo 35 em Santa Catarina, oito no Paraná e um em Santos-SP. Dos 89 jogos internacionais, 79 foram disputados em 21 países e dez no Rio Grande do Sul.

O time alvi-azul brilhou também na Argentina, em 1961, quando após exitosa campanha trazia para o Brasil o título de Campeão do 1° Torneio Internacional de Páscoa de Mar Del Plata. Em 1968, o Cruzeiro chegou em terceiro lugar no Campeonato Gaúcho e disputou a sua primeira competição nacional, o Torneio Centro-Oeste. Em 1970, o Cruzeiro conquistou a Copa Governador do Estado, derrotando clubes tradicionais do RS, como Novo Hamburgo, Caxias e São José.

Mas, as glórias do chamado Clube dos 18 não se limitaram apenas ao futebol, já que o Cruzeiro despontou durante décadas como a maior força do atletismo gaúcho, além de se destacar sobremaneira na prática do voleibol e principalmente do basquete, onde despontou como o maior clube do Rio Grande do Sul, alcançando, inclusive o título de hexacampeão gaúcho. No basquete, o Cruzeiro foi o primeiro clube gaúcho a disputar a Taça Brasil da modalidade, tendo disputado em quatro oportunidades o campeonato nacional da modalidade.

Ainda na área do futebol, que tanto lhe deve e ao qual muito contribuiu ao longo de sua existência, o Cruzeiro, que havia conquistado os títulos da cidade de 1918 e 1921 e de campeão estadual em 1929, com um time formado na quase totalidade por alunos universitários e estudantes da Escola Militar de Porto Alegre, sagrou-se também o grande Campeão da Taça Farroupilha, certame realizado para assinalar o centenário da Revolução Farroupilha. Entre 1943 e 1945 foi Tricampeão Gaúcho de Aspirantes e em 1955, mostrando a sua tradição na formação de grandes jogadores, foi Campeão Gaúcho juvenil.

Em 2007, o Cruzeiro iniciou um novo projeto no futebol, com a valorização das categorias de base. Já no primeiro ano, o time chegou às semifinais do Estadual de Juniores, sendo Vice-Campeão Gaúcho desta mesma categoria no ano seguinte. Com a mesma base de jogadores, o Cruzeiro conquistou o título de Campeão Gaúcho da Série B em 2010, garantindo o seu retorno à elite do futebol estadual. Ao todo, o Cruzeiro soma 20 títulos somente na categoria principal do futebol, entre conquistais citadinas, metropolitanas, estaduais e internacionais.

Em 2011 começou a construção do seu novo estádio, na Avenida Ary Rosa, Santos, no bairro Granja Esperança, em Cachoeirinha, com capacidade para 16 mil torcedores.

Neste mesmo ano, o Cruzeiro foi semifinalista dos dois turnos do Campeonato Gaúcho em seu retorno à elite do futebol estadual. Com a grande campanha no Estadual, o Cruzeiro obteve a vaga e disputou o Campeonato Brasileiro da Série D no mesmo ano. Com campanhas regulares, o Cruzeiro se mantém na elite do futebol gaúcho e em 2015 conquistou o título estadual da Copa Walmir Louruz e o Vice-campeonato da Supercopa Gaúcha. Em 2017, o Cruzeiro foi Vice-campeão da fase classificatória do Gauchão, ficando à frente da dupla Gre-Nal. Ao término do campeonato, finalizou na quinta colocação.


TÍTULOS:


Campeão Gaúcho em 1918*

Campeão Gaúcho em 1929

Campeão Gaúcho da Série B em 2010

Campeão Copa Walmir Louruz 2015

Campeão da Copa Taça Governador do Estado em 1970

Tricampeão Gaúcho de Aspirantes em 1943, 1944 e 1945

Campeão Gaúcho Juvenil em 1955

Vice-Campeão da Supercopa Gaúcha 2015

Campeão do Torneio da Páscoa de Berlim, na Alemanha, em 1960 (primeiro título intercontinental do futebol gaúcho)

Campeão do Torneio Internacional de Mar del Plata, na Argentina, em 1961

Campeão da Taça Cidade de Gravataí 250 Anos, em 2013 

Campeão Citadino de Porto Alegre em 1918, 1921 e 1929

Vice-Campeão de Porto Alegre em 1924, 1934, 1942, 1945 e 1947

Campeão da Taça Cidade de Porto Alegre: 1943 e 1947 (Torneio envolvendo Grêmio, Inter e Cruzeiro em turno e returno)

Campeão do Campeonato Extra de Porto Alegre em 1943

Campeão do Torneio Torneio Início de Porto Alegre em 1925, 1943, 1951 e 1962

Vice-Campeão Gaúcho de Juniores (Sub-20) em 2008

Vice-Campeão Gaúcho de Juniores B (Sub-20) em 1998

Bicampeão Gaúcho de futsal em 1958 e 1959

Campeão Gaúcho da Série Prata de Futsal em 2011 (Cruzeiro/Afusca)

Campeão Gaúcho de Basquete 12 vezes (adulto masculino): 1945, 1948, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1956, 1968, 1970, 1972 e 1973

Bicampeão Gaúcho de Vôlei (adulto masculino) em 1971 e 1972

Campeão da Copa Gaúcho de Futebol Sete em 2011. Vice-Campeão Metropolitano de F7 2013

Campeão da Taça Cidade de Pelotas 200 Anos de Futebol Feminino em 2012

*O Cruzeiro foi o campeão de Porto Alegre e a fase final seria um triangular entre o campeão da Capital (Cruzeiro), o campeão da Fronteira (14 de Julho) e o Campeão da Região Sul (Brasil). No entanto, em outubro daquele ano, ocorreu a Febre Espanhola, praga que vitimou milhares de gaúchos e suspendeu a fase final do Estadual.


PIONEIRISMOS CRUZEIRISTAS


Primeiro Clube Gaúcho a jogar na Europa

Primeiro Clube Gaúcho a jogar na Ásia

Primeiro Clube Gaúcho a conquistar título Intercontinental

Primeiro Clube Gaúcho a ter categorias de base, em 1917

Primeiro Clube Brasileiro a jogar em Isarael

Clube Fundador da Federação Gaúcha de Futebol em 1918

Clube fundador das federações de Futebol, Atletismo, Boxe, Basquetebol, Voleibol e Futebol de Salão do Estado do Rio Grande do Sul.

Primeiro Clube Gaúcho a vencer o Internacional em jogo oficial no Beira-Rio. Dia 01.05.1970, Cruzeiro 1 x 0 Inter, gol de Beto, em jogo válido pelo Campeonato Gaúcho de 1970.

Primeiro Clube Gaúcho a vencer o Grêmio na Arena. Dia 29/03/2013, Cruzeiro 2 x 1 Grêmio, gols de Jo e Reinaldo.

Primeiro clube gaúcho a disputar a Taça Brasil de Basquete em 1968.

Primeiro clube gaúcho além da dupla Gre-Nal a disputar a Copa São Paulo de Juniores, em 1973.

Primeiro clube gaúcho além da dupla Gre-Nal a ser convidado oficialmente pela CBD (atual CBF) a participar co Campeonato Brasileiro de clubes, em 1974. 


Fonte: Site do Cruzeiro de Porto Alegre


Te aprochega e conheça o Esporte Clube São José

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Esporte Clube São Luiz


O São Luiz foi fundado em 20 de fevereiro de 1938, pelo desportista Angelino Alves dos Santos. É um dos clubes mais antigos e reconhecidos do estado, sendo um dos únicos representantes da região em competições estaduais.

O Clube manteve-se no amadorismo até meados da década de 50, passando em seguida a disputar a segunda divisão do campeonato gaúcho. No início da década de 60 ingressou na primeira divisão de profissionais destacando-se no quadro estadual esportivo. De julho de 77 a novembro de 85 o clube licenciou-se das competições oficiais, sendo retomado a partir de 1986, a partir daí, em rápida ascensão o clube voltou a primeira divisão, o que foi confirmado com o título estadual da primeira divisão de 1990, voltou a primeira divisão estadual em 1991. Conquistou, em 1997, a Copa Galego, derrotando o Glória na final. Treinado por Nestor Simionatto, o São Luiz venceu a primeira partida da decisão por 4 a 0 em Ijuí, e empatou a segunda por 1 a 1, no Estádio Altos da Glória, em Vacaria.

A equipe campeã estava assim escalada: Magero; Lelo, Pessali, Aguiar e Márcio; Uana (Marcelo Bolacha), Jorginho (Alexandre Tiongo), Sandro e Tuto; Lela (Dejai) e Giovani Mello.

Foto: Rádio Progresso


Durante a preparação para a Copa do Mundo de 1994, no qual a Seleção Brasileira se sagrou campeã, o São Luiz, enfrentou em 1991 a futura campeã mundial, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, empatando em 0 a 0. A escalação do São Luiz nese jogo foi: Janio, Polaco, Caçula, Newmar, Kiko, João Luiz, Negrine, Betinho, Marco Antônio, Café e Edmundo. Técnico: Cassiá.

Em 2002, depois de quase fechar o departamento de futebol profissional e de acumular dívidas, o São Luiz de Ijuí mudou de direção, investiu em contratações e modificou completamente o time. O time permaneceu fechado por nove meses e o clube esteve ameaçado de falir. A nova direção assumiu em dezembro e, com a ajuda da comunidade, montou a equipe para o Campeonato Gaúcho de 2002. Poletto treinou o São Luiz pela terceira vez. Entre as contratações, Paulo Gaúcho, então com 39 anos, que no Campeonato Gaúcho de 1994 se consagrou o segundo maior artilheiro da história do torneio, com 24 gols. Time-base: Luciano; Luciano Panambi, Carlão, Jarbas e Martins; Paulo Roberto, Ludo, André Cemin e Paulo Gaúcho; Marcio Galvão e Alessandro.

Atualmente o São Luiz é um dos clubes com maior tempo de permanência na elite do Futebol Gaúcho, conquistando, em 2013, o Título de Campeão do Interior do RS e ocupando a terceira colocação na classificação geral.

O São Luiz retornou a elite do futebol gaúcho neste ano de 2018, após ser campeão da Divisão de Acesso do ano passado. 


Fonte: Site do São Luiz de Ijuí


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