terça-feira, 5 de novembro de 2019

Senado aprova Vacaria como "Capital Nacional do Rodeio Crioulo"


O Projeto de Lei n° 3135 que intitula o município de Vacaria como “Capital Nacional do Rodeio”, apresentado pelo senador Luis Carlos Heinze (PP/RS), foi aprovado nesta terça-feira, dia 5, na Comissão de Educação do Senado. O parlamentar destacou ter recebido a sugestão do vereador do município, Marcelo Dondé.


“O Dondé apresentou o pedido e na hora acolhi. Trata-se de justiça ao envolvimento histórico com os rodeios e a valorização da nossa tradição”, destacou Heinze.


O rodeio da Vacaria, que já se encontra na 33º edição, é conhecido internacionalmente por celebrar a cultura e as tradições do povo gaúcho. O evento teve início no ano de 1958, de maneira bem diferente do que as novas gerações estavam acostumadas a presenciar.

Foto: Mateus Rosa


Contando com apenas um torneio de laço e um concurso de rédeas, o rodeio durou somente um dia e teve dimensão intermunicipal. No ano seguinte, 1959, o evento tornou-se estadual. A partir de 1960, passou a ser realizado a cada dois anos, como funciona até hoje. O rodeio foi considerado internacional na quinta edição, quando pessoas do sul do continente e alguns americanos começaram a disputar as provas. “O rodeio é um mundo à parte, uma cidade de lona no acampamento, um universo de convivência sadia do homem com a natureza”, concluiu Heinze.


O parecer favorável ao projeto foi apresentado pelo senador Lasier Martins e agora segue para a Câmara dos Deputados.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

CTG Porteira do Rio Grande é homenageado pela Assembleia Legislativa


O CTG Porteira do Rio Grande foi homenageado nesta quinta-feira (31), na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, através de um Grande Expediente. A homenagem foi proposta pelo Deputado Estadual Paparico Bacchi (PL), devido à entidade valorizar as tradições gaúchas e promover o Rodeio Internacional de Vacaria, a maior festa típica da tradição gaúcha.


Conforme o deputado, o Rio Grande do Sul tem orgulho do CTG Porteira do Rio Grande e o parlamento gaúcho reconhece a importância desta entidade para a promoção da cultura, preservação de costumes e tradições e o fortalecimento da economia local e regional. “Estamos felizes pela oportunidade de homenagear este CTG que promove um dos maiores rodeios do mundo”, afirma Paparico Bacchi.



Durante a solenidade, os líderes das bancadas fizeram seus pronunciamentos lembrando a importância do CTG no cenário gaúcho e nacional. Ao finalizar, integrantes do Departamento Artístico apresentaram a música tema do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria.




Para o patrão Elvio Guagnini Rossi, este momento ficará marcado na história do CTG Porteira do Rio Grande. Ele ressalta a excelente receptividade e o envolvimento de todos os deputados, que demonstraram claramente a admiração e respeito pela entidade, o que, segundo o patrão, aumenta a responsabilidade em promover o próximo Rodeio. Elvio lembra ainda, a importância de todos os que já passaram nestes 64 anos do Porteira, construindo essa bela história.


Participaram do Grande Expediente a patronagem, integrantes e apoiadores do CTG Porteira do Rio Grande, o prefeito Amadeu Boeira e vereadores, além de músicos e autoridades convidadas.

(Fotos: Irineu Fontela)

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Unidos Pela Tradição Gaúcha


O grupo Unidos Pela Tradição Gaúcha foi fundado em 10 de outubro de 2017, no litoral catarinense por meio de seus idealizadores, Fátima Campos e Mauro Esteves.

Logo do grupo Unidos Pela Tradição Gaúcha com as três bandeiras do estados do Sul do Brasil.


Formou-se inicialmente com um pequeno grupo de amigos componentes de grupos de danças gaúchas, onde começamos nossas andanças para prestigiar outras querências do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná sempre bailando e passeando. Com o passar do tempo expandiu-se, hoje temos a participação de mais de 134 pessoas em seus passeios.

O grupo costuma se apresentar nos eventos que estão presentes


O grupo Unidos Pela Tradição Gaúcha é um grupo de amigos, que está sempre em busca do divertimento. Não é um grupo de dança, somente se uniram pela amizade e o amor pela Tradição Gaúcha. O primeiro passeio/baile foi justamente para Vacaria para o baile da Prenda Jovem, em outubro 2017.

Unidos Pela Tradição Gaúcho visitando Vacaria durante o 32º Rodeio Crioulo Internacional em janeiro de 2018


O CTG Porteira do Rio Grande de Vacaria é considerado o padrinho do grupo Unidos Pela Tradição Gaúcha e já confirmaram presença para o XXXVI baile da prenda jovem que acontecerá no dia 23 de novembro na sede do respectivo CTG, com a animação do Grupo Matizes.  A comitiva será formada por 128 pessoas sendo que 7 meninas irão para debutar neste baile. O grupo também confirmou presença no 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria, de 01 a 09 de fevereiro de 2020.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Conhecidas as músicas classificadas para o 12º Cante Uma Canção em Vacaria


Nos dias 26 e 27 de outubro, na Fazenda do Socorro, aconteceu a triagem do 12º Cante uma Canção em Vacaria. Dentre 518 composições inscritas, foram selecionadas 14 músicas, que subirão a palco nos dias 01 e 02 de fevereiro de 2020, durante o 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria.

Segundo a comissão organizadora, composta por Leandro Godinho, Ramiro Amorim e Rafael Ferreira, o resultado final superou as expectativas pelo alto nível das composições.

Jurados do 12º Cante Uma Canção em Vacaria. Divulgação/CTG Porteira do Rio Grande


Os jurados Luiz Marenco, Rogério Villagran, Carlos Madruga, Leonel Gomez e Mauro Moraes selecionaram as seguintes composições:


1- ANDEJO
(Vaneira)
Letra: Matheus Neves da Fontoura – Porto Alegre/RS
Melodia: Marcelo de Araújo Nunes – Santana do Livramento/RS


2-CAMINHADOR
(Milonga)
Letra e Melodia: Érlon Péricles – Porto Alegre/RS


3- CAMPEADOR
(Chamarra)
Letra: Helvio Luis Casalinho – Pelotas/RS
Melodia: Adriano Gomes – Santana do Livramento/RS


4- CHIMARRITA
(Chimarrita)
Letra: Filipe Calvete Corso/Paulo Osório Lemes – Pelotas/Santana do Livramento/RS
Melodia: Kiko Goulart – Lages/SC


5- EU, CORDEONA
(Milongão)
Letra: Giovani “Dôdo” Gonzales – Santana do Livramento/RS
Melodia: Marcelinho Nunes – Santana do Livramento/RS


6- GADO DE POBRE
(Chamamé)
Letra: Leonardo Borges – Santana do Livramento/RS
Melodia: Pedro Terra – Bagé/RS


7- MINHA ESTIRPE CRIOULA
(Milonga)
Letra: Adriano Alves – Uruguaiana/RS
Melodia: Jari Terres – Pelotas/RS


8- MULA VEIACA
(Chamarão)
Letra: Evair Suarez Gomez – Santana do Livramento/RS
Melodia: Juliano Gomes – Santana do Livramento/RS


9- NA TRANÇA DA PRIMAVERA
(Chamarrita)
Letra: Antônio Sá – Bagé/RS
Melodia: Pedro Terra – Bagé/RS


10- O PRIMEIRO ROMANCE
(Chamarra)
Letra: Sergio Carvalho Pereira – Rio Grande/RS
Música: Cristian Camargo – Candiota/RS


11- QUE EU VOLTO FIM DE SEMANA
(Milonga)
Letra: Gujo Teixeira – Lavras do Sul/RS
Melodia: Vitor Amorim/ Kiko Goulart – Lages/SC


12- RITINHA, OLHOS D’ÁGUA
(Chamarrita)
Letra: Leonardo Charrua/Luis Rosado – São Leopoldo/RS
Melodia: Leonardo Charrua – São Leopoldo/RS


13- SOMBRAS QUE VIVEM
(Chimarrita)
Letra: Jayme Caetano Braun (In Memorian) – São Luiz Gonzaga/RS
Melodia: Juliano Gomes / Ricardo Comassetto – Santana do Livramento/ São Luiz Gonzaga/RS


14- TEMPO BENDITO
(Chamamé)
Letra: Dorival Godoi – Palmeira das Missões/RS
Melodia: Tomás Cechinato/Tobias Cechinato - Vacaria/RS

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Abertas as inscrições para o Fandango da Prenda Jovem


O CTG Porteira do Rio Grande está com inscrições abertas para o XXXVI Fandango da Prenda Jovem. O tradicional baile de debutantes acontecerá no dia 23 de novembro, na sede da entidade.

Foto: Divulgação/CTG Porteira do Rio Grande


A ficha da inscrição deve ser entregue até o dia 1º de novembro, na secretaria do CTG Porteira do Rio Grande, juntamente com uma foto tamanho postal.


O baile inicia às 23 horas e será animado pelo Conjunto Matizes. A mesa para debutantes custa R$ 240,00 (08 lugares) e as mesas com quatro lugares R$ 120,00. O valor do ingresso é de R$ 40,00 (após o desfile). O traje será pilcha ou social.


A ficha de inscrição está disponível no site www.ctgporteiradoriogrande.com.br ou pode ser retirada na secretaria do CTG Porteira do Rio Grande.


Mais informações através dos telefones (54) 9 9694-92929 (Elisiane) ou (54) 9 9948-9446 (Valdirene).

Pode tomar chimarrão durante a gravidez?



Pode! Desde que com moderação.



Além das questões culturais envolvendo o “beber chimarrão” existem também os efeitos benéficos da bebida, que é conhecida como estimulante físico e mental, estimulante da circulação e facilitador da digestão e evacuação. O chimarrão também tem efeito antidepressivo, diurético e estimulante do metabolismo.

Com tantas vantagens, o chimarrão acaba sendo consumido diariamente por homens e mulheres, várias vezes durante o dia. Durante a gravidez, porém deve ser bebido com moderação. Isso porque o chimarrão contém dentre outras substâncias a cafeína.

Sabe-se que 100 ml de chimarrão tem cerca de 36 mg de cafeína. É pouco quando comparados com os 40 a 75 mg de cafeína contidos em 30 ml de café expresso. Ainda assim não pode ser consumido nesta fase da vida.

Sabe-se que a cafeína atravessa a barreira placentária, podendo interferir no desenvolvimento fetal. O excesso de cafeína pode aumentar as chances de o bebê nascer prematuro e com baixo peso. Também existe maior chance de abortamento.

Em doses baixas, porém, o chimarrão pode ser consumido sem maiores complicações. Mas afinal, quanto de cafeína pode ser consumido pela grávida?

A agência de Classificação de Alimentos inglesa afirma que a grávida pode consumir até 300 mg de cafeína por dia.

Pode parecer bastante, mas temos que lembrar que a cafeína não está presente apenas no chimarrão e no café, mas também no chá mate, refrigerantes, chocolate, energéticos e até alguns medicamentos tem cafeína.

Não é necessário parar de tomar chimarrão só porque engravidou, mas é importante prestar atenção na quantidade de cafeína ingerida durante o dia para não prejudicar o bebê.

Cuide de sua dieta e siga sempre as recomendações do seu médico.



quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Festival Cante Uma Canção em Vacaria com inscrições abertas


Um dos grandes atrativos do Rodeio Internacional de Vacaria é o Festival “Cante uma canção em Vacaria”, que está na sua décima segunda edição. As inscrições estão abertas e podem ser feita até o dia 20 de outubro.

Conforme o regulamento, podem participar autores e compositores identificados com a cultura gaúcha, com obras inéditas e não divulgadas. Cada compositor, em seu nome ou parceria, poderá inscrever até no máximo cinco composições, podendo classificar apenas duas.



As composições deverão ser encaminhadas ao CTG Porteira do Rio Grande (Rua Firmino Camargo Branco, 790, Vacaria/RS - CEP: 95200-000), devidamente acondicionadas em envelope lacrado, que contenha o CD, seis cópias impressas contendo, sob pena de desclassificação, apenas o título, letra e ritmo da composição, sem qualquer menção ou sugestão da autoria da mesma e a ficha de inscrição de evento inteiramente preenchida e assinada. Caso a inscrição seja pela internet, via e-mail, deverá ser feita exclusivamente através do endereço eletrônico: cante.uma.cancao.vacaria@gmail.com A música precisa ser enviada em arquivo de formato MP3 e a letra em arquivo Word, bem como a ficha de inscrição devidamente preenchida.

O coordenador Geral do Festival, Leandro Godinho, explica que serão classificadas 14 músicas e quatro suplentes, sendo que dentre as 14 músicas pelo menos uma deverá ter um autor de Vacaria. Conforme ele, as classificadas participarão da etapa eliminatória no dia 01 de fevereiro, quando serão submetidas ao júri. A final acontece no dia 02.

O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.rodeiodevacaria.net/regulamentos

PREMIAÇÃO

1º lugar: Troféu e R$ 6.000,00

2º lugar: Troféu e R$ 4.000,00

3º lugar: Troféu e R$ 3.000,00

Música Mais Popular: Troféu e R$ 1,000,00

Melhor Intérprete: Troféu e R$ 800,00

Melhor Instrumentalista: Troféu e R$ 800,00

Melhor Letra: Troféu e R$ 800,00

Melhor Melodia: Troféu e R$ 800,00

Melhor Tema Campeiro: Troféu e R$800,00

Melhor Arranjo: Troféu e R$ 800,00

Melhor Conjunto Vocal: Troféu e R$ 800,00

Melhor Indumentária: Troféu “Mario Pinto” e R$ 500,00

JURADOS

Rogério Villagran

Luiz Marenco

Carlos Madruga

Leonel Gomez

Mauro Moraes

COORDENAÇÃO

Coordenador geral: Leandro Godinho (54) 99644 9470

Coordenador executivo: Rafael Ferreira (54) 99984 6225

Coordenador Técnico: Ramiro Amorim (49) 99153 8939


segunda-feira, 16 de setembro de 2019

As principais curiosidades sobre o mate e o chimarrão


Nos dias atuais é raro não encontrar em uma casa no Rio Grande Sul uma cuia e uma erva-mate, para preparar o chimarrão, seja para matear sozinho ou para receber visitas. Porém, nem sempre foi assim.

O consumo de Erva-Mate chegou a ser proibido no Brasil durante o século XVI, sendo considerada "Erva do diabo" pelos padres jesuítas das reduções do Guairá.

Motivo? Era na roda do mate que os indígenas discutidas formas de preservar a cultura indígena e afastar os colonizadores.



Mas a partir do século XVII, os colonizadores percebendo que a proibição aumentou o consumo, e que o índice de alcoólatras entre os consumidores do mate era incrivelmente menor, optaram por "liberar" o uso novamente.

Aliás, com a chegada dos espanhóis ao Rio Grande do Sul, eles se apropriaram desta bebida indígena e criaram o chimarrão.

Mas chimarrão e mate não é mesma coisa? Te aprochega e que o Repórter Riograndense vai explicar.

O mate era consumido pelos indígenas muito antes da chegada dos colonizadores.

O “chimarrão” tem características bem especificas: ele é consumido em cuia de porongo; a bomba pode ser de metal ou bambu; com água quente – mas não fervendo – erva-mate fresca e verde. Qualquer outra variação como o uso de chás, açúcar, suco ou água gelada, ou usar um copo ou guampa para o consumo da bebida é considerado mate como por exemplo o mate argentino, uruguaio e o tereré.

Por isso, na próxima vez na hora de preparar o mate, se você seguir as características citadas acima, você pode chamar de chimarrão. Qualquer outra alteração ou acréscimo de ingredientes você deve usar o termo “mate”.


quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Sepé Tiaraju


Registrada pelo escritor Simões Lopes Neto, a lenda diz que Sepé Tiaraju nascera trazendo na testa um lunar como um emblema divino.


Batizado Joseph Tyarayu, o índio missioneiro cresceu nas aldeias jesuítas dos Sete Povos das Missões. Destacou-se por ser um bom combatente e estrategista. Sepé, cujo nome tupi-guarani se traduz como facho de luz, impedia a entrada das comitivas luso-brasileiras e espanholas em suas terras e o lunar guiava os soldados em seus combates. De acordo com Simões: "Quando a guerra chegou/ Por ordem dos Reis de além/ O lunar do moço índio/ Brilhou de dia também".

Apesar de toda a luta, Sepé pereceu junto de 1,5 mil guaranis na batalha do Caiboaté. Ao morrer, diz a lenda que Deus tirou o lunar da testa de Sepé, transferindo para o céu dos pampas a fim de guiar os gaúchos. Por isso, em noite escura, ao olhar para o céu, lembre-se que o herói guarani missionário rio-grandense, agora São Sepé, olha por você. E saiba: o Cruzeiro do Sul nunca brilhou tanto.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Dia do Jovem Tradicionalista


No dia 05 de setembro é comemorado o Dia do Jovem Tradicionalista, esta data é especial, é um marco para nós Tradicionalistas, eu não poderia deixar de manifestar o quanto os jovens foram e são de suma importância para o Movimento Tradicionalista Gaúcho, uma vez que eles foram os precursores.

Decorria o ano de 1947, com o fim da 2ª Guerra Mundial, o Rio Grande do Sul foi invadido pelo modismo dos norte-americanos, não se falava em mais nada que fosse nosso, o que era tradicional, de nossas raízes, era desvalorizado, o chimarrão foi substituído pela Coca-Cola, a bombacha pelo jeans, os hábitos campesinos estavam sendo esquecidos.


Foi em meio a este cenário que um jovem, estudante do Colégio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, que com o espírito cívico aguçado deu o primeiro passo para o resgate ao patrimônio cultural do Gaúcho. João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes, liderando um grupo de 8 jovens formou o “Piquete da Tradição”, que no dia 05 de setembro de 1947, que realizou uma guarda em honra a patas de cavalo, na cerimônia de transladação dos restos mortais do General David Canabarro.

Após esta iniciativa, mais estudantes se engajaram ao grupo e, com maior número de adeptos, realizaram a 1ª Ronda Crioula, incentivando o povo gaúcho a tomar chimarrão, usar a pilcha, tocar as músicas gaúchas, andar a cavalo, enfim manter viva as raízes do povo Rio-grandense.

Depois de muita luta em prol desta cultura, estes jovens deram início, ao que serviria de base para a formação do tradicionalismo organizado, fundando o 1ª Centro de Tradições Gaúchas, o 35 CTG de Porto Alegre, em 1948. Devido a coragem e bravura destes 8 jovens conhecido como o “Grupo dos Oito”, hoje temos o maior movimento sócio-cívico-cultural do mundo.

Atualmente prendas e peões assumem funções importantes no meio tradicionalista. Seguindo o exemplo dos jovens pioneiros, a juventude gaúcha tem o compromisso de ressaltar a cultura do povo sul rio-grandense, hábitos e costumes, além da importante responsabilidade social, com projetos e ações práticas sobre temas de relevante importância, como o meio ambiente.

O Movimento Tradicionalista Gaúcho, vem possibilitando e estimulando a participação do jovem cada vez mais efetiva no meio tradicionalista. É através de atividades, eventos, projetos de cunho social que a juventude se mostra cada vez mais consciente de seu papel.

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