sábado, 9 de março de 2019

A origem do "Tchê"


Há quem goze de nosso uso do termo “Tchê”, ache até chulo-grosseiro este linguajar. Se soubessem a sua origem, aí abaixo relatada, talvez mudassem sua opinião.

Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.

No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?



Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso. Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".

Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas europeias como o francês, espanhol e o português. Além disso, o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.

Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.

Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"?

Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.

Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.

Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.

Texto e foto retirado da página do grupo Alma Gaudéria.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Laça que nem mulher: a história de três jovens laçadoras que amam o que fazem


O tiro de laço surgiu na cidade de Esmeralda - RS na década de 50. Esta atividade campeira do gaúcho é uma prova muito popular nos rodeios crioulos onde o ginete (laçador) tem o espaço de 100 metros para laçar um novilho que tenta fugir.

No início era uma modalidade apenas praticada pelos homens, porém as mulheres, assim como em outras áreas, estão tomando conta e se destacando nesta modalidade.

Da esquerda para a direita: Alexandra Oliboni, Larissa Costa e Vanessa Santos.


Como março é o mês da mulher, o blog Repórter Riograndense entrevistou três jovens laçadoras: Alexandra Andreola Oliboni, Larissa Reginini da Costa e Vanessa Santos. Elas falam sobre o como elas iniciaram no esporte, as experiências vividas no tiro de laço e também sobre o crescimento das mulheres no tiro de laço. Convidamos a todos a partir de agora a conhecer essas  histórias e, acima de tudo, o lugar da mulher é onde ela quiser.

Como vocês começaram no tiro de laço?

Alexandra Oliboni: Meu pai Valdomiro me criou na lida campeira, então às vezes por necessidade de laçar algum animal no campo. Laçar sempre fez parte da minha vida. A primeira vez que participei de um rodeio como laçadora foi o rodeio do quadro Querência de São Pedro (Coxilha Grande, distrito de Vacaria) terra natal do meu pai.

Larissa Costa: Como eu fui criada no sítio em volta de cavalos e de pessoas que sempre laçaram, eu fui me incentivando e comecei a laçar aos 10 anos.

Vanessa Santos: Através do meu pai que sempre laçou e também me criei no campo. Com 4 anos já andava a cavalo sempre ajudava meu pai na lida de campo com o gado.  Só comecei a laçar com 13 anos, pois na época ainda eram poucas as prendas que laçavam.


Quem incentivou vocês a praticarem o tiro de laço?

Alexandra Andreola Oliboni. Arquivo pessoal



Alexandra: Eu sempre gostei do laço, e depois de anos quando conheci o Mica, meu namorado, e sua família me convidavam para os treinos que faziam nos domingos finais de tarde.  Sempre que posso, estou em algum rodeio. Um dos maiores incentivadores que tive foi minha dinda Rosane e meu tio Eduardo, que me presentearam com a Porcelana (minha égua ); que eu amo e está comigo nós melhores momentos do tiro de laço. E as pessoas que torcem muito por mim os quais destacam meu vô, meu pai, minha mãe e minhas irmãs.

Larissa: Um dos meus maiores incentivadores para que eu começasse a laçar foi meu avô Túlio José Rossi, ele era orelhador e um dos fundadores do CTG Porteira do Rio Grande.

Vanessa: Meu pai e também meu irmão mais velho que já laçavam a muito tempo.


Como são as suas rotinas de treinos?


Alexandra: Não treino muito, pois eu faço faculdade em Caxias do Sul e estou sempre viajando nos finais de semana para a Vacaria. Quando sobra um tempo vou para a fazenda com a família. Pratico o laço não por esporte, mas por necessidade da lida campeira a qual eu amo e faço desde que me conheço por gente.

Larissa: Eu treino de duas a três vezes por semana. Quando tem um rodeio grande eu treino todo o dia com o gado correndo ou no boi mecânico, mas depende o tamanho do rodeio que vai ter no final de semana.

Vanessa: Eu treino somente no boi mecânico uma ou duas vezes por semana. Também treino na vaca parada que ajuda bastante pra melhorar a boleada e a pontaria também.


Quantos campeonatos vocês já participaram e venceram?


Alexandra: Estou participando apenas do meu segundo campeonato. Ainda não venci nenhum.

Larissa: Eu vou citar alguns campeonatos que já venci: Fui campeã do rodeio da Festa do Pinhão em 2016; fui uma das campeãs da força C do laço prenda em Lagoa Vermelha deste ano. Também tenho vários troféus dos rodeios de Esmeralda, Pinhal da Serra e Muitos Capões.

Vanessa: Já participei dos campeonatos municipais de laço de Vacaria, Campestre da Serra e Ipê, que é a cidade onde eu moro. Hoje só participo do campeonato de Monte Alegre dos Campos.  Já fui campeã em todos eles, inclusive esse ano venci pela terceira vez a temporada do campeonato de Monte Alegre dos Campos na modalidade de prenda que se encerrou no último final de semana.  Também já fui campeã do duelo de prendas em Nova Pádua, do Rodeio Nacional de Antônio Prado, modalidade prenda, campeã do Rodeio Nacional de São Marcos na modalidade laço casal e modalidade pai e filha do Rodeio da Cabanha Canhada Funda de Monte Alegre dos Campos. Esse último foi especial para mim porque por incrível que pareça todos esses anos que laço faz doze anos  e foi a primeira vez que ganhei essa modalidade.


Atualmente vocês laçam em algum quadro de laçadores? Como é o convívio de vocês com os outros laçadores durante os rodeios?


Larissa Costa. Arquivo pessoal


Alexandra: Atualmente laço o campeonato da cidade de Ipê.  Participo do quadro Querência dos Amigos do Laço. Meu convívio com outros laçadores é sempre ótimo. Graças a Deus tenho muitos amigos. E estou sempre fazendo novas amizades nos rodeios que participo.

Larissa: Eu já participei de vários campeonatos como de Esmeralda, a cidade que eu moro atualmente e também o campeonato municipal de laço de Vacaria onde já fui campeã e também fiquei em segundo lugar. Atualmente estou laçando pelo CTG Pelego Preto que é uma família que todo mundo se ajuda e cada rodeio que a gente é uma alegria e união entre nós.

Vanessa: Eu laço para o Quadro Cabanha Mato da Luz, de Monte Alegre dos Campos. É um quadro que meu pai montou em 2014. Sobre o convívio com os outros laçadores a rivalidade é só em cancha, até porque as maiorias das minhas amizades são de rodeio.


Vocês participam da modalidade laço duplas?


Alexandra: Minha parceira é a Amanda Reis, uma das pessoas que me incentivou muito no início. Ela laça há mais tempo que eu. E foi ela quem sempre me deu muitas dicas, convidava pra laçar junto e muitas vezes me emprestou sua égua para laçar. E essa dupla deu certo. Espero que dure pra sempre.

Larissa: Nos rodeios particularmente eu não laço mais em duplas. Às vezes quando uma das minhas amigas me convida, eu laço com elas. Nunca tive uma dupla fixa. Sempre laço na modalidade prenda.

Vanessa: Meu parceiro de dupla é meu marido. Nós laçamos junto desde que começamos a namorar em 2012.  Ele nunca deixou de laçar comigo para laçar com outro parceiro. Se em alguma modalidade precisamos trocar o parceiro, nós trocamos. Entretanto, sempre preferimos laçar nós dois juntos.


Como vocês veem o crescimento de mulheres praticando tiro de laço nos dias atuais?


Alexandra: Com certeza vem crescendo a cada dia, mas ainda precisamos de muito mais apoio, porque querendo ou não ainda é um esporte masculinizado. É bem complicado para uma mulher sair para um rodeio sozinha, pegar a estrada, com carretão e cavalo sem estar na companhia de outros.

Larissa: Antigamente não existiam muitas mulheres para essas lidas brutas, porque tiro de laço era mais para os homens. Hoje a mulher não só no laço, mas em qualquer atividade campeira e como dizem: lugar de mulher é onde ela quiser.

Vanessa: A cada dia que passa vem crescendo mais o número de mulheres que laçam em rodeio. Em Cachoeira do Sul todo ano tem um rodeio só para as mulheres. Também existem em outros rodeios que tem uma premiação uma diferenciada para as mulheres.


Vocês acreditam que um dia uma dupla de mulheres poderá vencer a categoria principal do Rodeio de Vacaria?


Alexandra: Com certeza. Hoje temos mulheres que laçam muito bem. E tudo é uma questão de dedicação, treino e tempo disponível.

Larissa: Acredito que podem sim vencer o Rodeio de Vacaria, mas como também qualquer grande rodeio. As mulheres se destacam em qualquer lugar que elas vão.  A força de vontade de uma mulher é maior do que qualquer homem. Acredito que em 2020 teremos duplas de laçadoras campeãs no Rodeio de Vacaria.

Vanessa: Tem mulheres como Ariane Soares, Amanda Vaz e Amanda Rosa que já laçam mais do que muitos homens. Onde elas passam são campeãs. Laçam de igual pra igual com os homens. Não existe mais essa que homem laça mais que mulher.


O que uma pessoa precisa ter para se tornar um bom laçador (a)?


Vanessa Santos. Arquivo pessoal



Alexandra: Humildade, nunca achar que está laçando melhor que os outros ou se achar melhor que alguém. Assim como você tá laçando bem hoje, amanhã pode não laçar nada. Sempre escutar a voz da experiência, e assistir os bons laçadores para tentar fazer igual ou se corrigir. Sempre acreditar que você é capaz, e nunca desistir.

Larissa: Para qualquer pessoa seja um bom laçador tem que ter em primeiro lugar força de vontade. Se a gente não tem força de vontade para fazer alguma coisa não chegamos a lugar nenhum. Também é preciso treinar muito e sempre que possível pegar dicas com bons laçadores para adquirir mais conhecimento.

Vanessa: Em primeiro lugar humildade, pois tem que saber ganhar e perder. Treinar, sempre treinar para se tornar melhor um bom laçador (a).


O que significa o tiro de laço em suas vidas?


Alexandra: Para mim um momento de prazer que só abro mão em função da família, faculdade, ou algum motivo maior que me impeça de estar presente.

Larissa: O tiro de laço se tornou uma coisa muito boa em minha vida, pois estou fazendo ou que eu gosto. Conheço muitas pessoas e faço novas amizades. O convívio num rodeio é bom para quem gosta do ambiente. Eu incentivo qualquer que gosta do laço começar a praticar o tiro de laço, pois quando você começa, não consegue mais parar.

Vanessa: O laço é tudo para mim. Não me vejo longe do tiro de laço, pois é bem mais que um esporte, onde tem um rodeio tem várias famílias. O laço é, com certeza, o esporte da família.

Gurias Gaúchas


A gaiteira Adriana de Los Santos e a baixista e cantora Ariane Motta são pioneiras em projetos de mulheres na música. Participaram da banda Só Gurias e As Bahgualadas, que fizeram parte da história da música cultural do Rio Grande do Sul se tornando a primeira banda formada exclusivamente por mulheres.

Após terem percorrido Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Brasília, Roraima e Argentina e encerrarem suas atividades com As Bahgualadas no final de 2012, Adriana e Ariane criaram a Banda Gurias Gaúchas.

A gaiteira Adriana de Los Santos e a baixista e cantora Ariane Motta as idealizadoras da projeto Gurias Gáuchas. Foto: Redes Sociais


O projeto é marcado por um belíssimo trabalho vocal e instrumental sempre contando com convidados especiais. Por fazerem parte da única banda com mulheres tocando e cantando de bota e bombacha, o sucesso do espetáculo é garantido por um diferencial que encanta os mais diferentes públicos, de todas as idades, exaltando a música cultural do Rio Grande do Sul, de forma livre, com o toque feminino.

Te aprochega e confira a apresentação da banda Gurias Gaúchas no 32º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria cantando o sucesso d’Os Monarcas – Vai que Vai:


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Relembrando: edição biestadual do Jornal do Almoço (RS e SC)

Em 28 de agosto de 2012, ainda quando não existia a NSC TV e a RBS TV atuava nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a afiliada global decidiu fazer sua campanha sobre educação e lançar de forma diferente.

No Jornal do Almoço dessa data, foram reunidos os âncoras do RS (Cristina Ranzolin) e do SC (Mario Motta) para uma edição biestadual. No Primeiro e segundo blocos do jornal, o destaque foi para o noticiário local, onde a companheira de bancada de Mário, Laine Valgas, comandou até ali. Depois, já de Porto Alegre, Cristina e Mário assumiram o programa.



A RBS TV não havia feito muitas iniciativas nesse sentido, mesmo que possuísse os dois estados em afiliação à TV Globo, mas foi interessante esse episódio por sua campanha ocorrer em paralelo nos dois estados. O telespectador mais atento de SC deve ter notado que o cenário gaúcho era um pouco diferente do seu habitual, pois trocava o azul forte pelo amarelo. 

Mais tarde, apenas o programa Vida e Saúde se tornou biestadual, mas a apresentação, exceto no primeiro dia, ocorria com matérias em paralelo no RS com Laura Medina e em SC com Mariana Paniz. Os demais poderiam seguir ideias semelhantes, mas eram apresentados por pessoas diferentes e com características para agradar aos públicos de cada estado.

Que tal conferir o final desse programa? Assista ao vídeo:



Escola do Chimarrão


Na Semana Farroupilha de 1998, foi lançado o projeto Escola do Chimarrão pela Ervateira Rainha dos Pampas de Linha Travessa, Venâncio Aires-RS, com o objetivo de difundir e estimular o hábito salutar do chimarrão, ampliando seu consumo e beneficiando, assim, toda a cadeia produtiva da erva-mate.

Logo da Escola do Chimarrão. Crédito: Divulgação/Escola do Chimarrão


Devido à repercussão e resultados altamente positivos alcançados com o trabalho desenvolvido em escolas, clubes de serviços, eventos, bric da Redenção, etc., em 05 de julho de 2004 foi fundado a ONG Instituto Escola do Chimarrão, sendo desmembrada, então, da Ervateira Rainha dos Pampas, passando a atuar como Entidade Civil, dotada de personalidade jurídica própria, sem fins lucrativos, regido por estatuto próprio, desenvolvendo atividades culturais, educacionais e artísticas, cultuando as tradições gaúchas, especialmente na difusão do chimarrão.


A Escola do Chimarrão resgata o hábito cultural e patrimônio dos gaúchos e na pesquisa sobre a erva-mate, além de incrementar o turismo, valorizando o símbolo e título do município de Venâncio Aires como a Capital Nacional do Chimarrão, exercendo importante papel no desenvolvimento cultural, educacional, social e econômico também.

Ônibus do projeto Escola do Chimarrão. Crédito: Divulgação/Escola do Chimarrão

Europa

 
A convite do comunicador Dorotéo Fagundes, do Programa Galpão do Nativismo da Rádio Gaúcha, o Instituto Escola do Chimarrão integrou o grupo de 80 gaúchos que fizeram "tour" por cinco países da Europa: França, Áustria, Itália, Alemanha e Espanha, divulgando os usos e costumes gaúchos, tradições, trajes típicos, participando da Inauguração do CTG União dos Ideais, na França.


Uma constatação importante foi a curiosidade do europeu em relação aos trajes e costumes gaúchos, em especial, o Chimarrão. Isto demonstra que as pessoas estão interessadas em saber mais sobre o chimarrão, suas formas e propriedades. Esta bebida amarga, tão apreciada pelos gaúchos, tem realmente o poder de aproximar as pessoas.


Agendamentos


Quem deseja conhecer a Escola do Chimarrão, poderá desfrutar de todas as atividades oferecidas, com agendamento:

Agendamento de visitas na escola - com Rejane R. Pastore pelo fone 51 9708 9574.

Agendamento e contato para eventos - com Pedro J. Schwengber pelo fone 51 9214 6562.

Ao visitante é oportunizado conhecer:


- Uma Indústria Ervateira

- Aspectos históricos e medicinais sobre a erva-mate e o Chimarrão

- Vídeo sobre a erva-mate e o chimarrão

- Apresentações artísticas - 36 tipos de chimarrão

- Dinâmica de prevenção ao uso de drogas

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Resultado final do 58º Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande


Aconteceu nos dias 16 e 17 de fevereiro no Parque Nicanor Kramer da Luz de Vacaria a quinta e última etapa do 58º Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande.

No sábado (16) aconteceram as finais da “Chave B”, enquanto as finais da “Chave A” foram decididas no domingo (17). Na “Chave A”, o quadro vencedor foi a Cabanha Herança Xucra e na “Chave B” o quadro vencedor foi a Família Benke.

A seguir, você confere os vencedores das duas chaves do Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande.

A próxima edição do Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande tem previsão de começar durante a Semana Farroupilha, em setembro deste ano. A previsão do término será durante o primeiro final de semana do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria que acontecerá de 01 a 09 de fevereiro de 2020.

Chave A

Vencedores da "Chave A"


Quadro

1º lugar: Cabanha Herança Xucra (133 armadas)

2º lugar: Fazenda Rincão Seco (123 armadas)

3º lugar: Fazenda São João (120 armadas)

4º lugar: Querência do Socorro (117 armadas)

5º lugar: Cabanha FB (115 armadas)

Prenda Juvenil

1º lugar: Ana Laura Rech Parizzoto 

2º lugar: Isadora Pereira Machado

3º lugar: Paola Valin Santos

Prenda

1º lugar: Tainara Vigolo da Silva

2º lugar: Giovana Xavier

3º lugar: Sarana Zamboni

4º lugar: Makeila Telles

5º lugar: Thais dos Santos

Piazito

1º lugar: Arthur Rech Barbosa

2º lugar: Mateus Camargo

3º lugar: Gustavo Ribeiro Fernandes

4º lugar: Bernardo Demétrio

5º lugar: Teodoro Boeira

Piá

1º lugar: Maurício Lima

2º lugar: André Pereira Vieira

3º lugar: Murilo Neri

4º lugar: João Gabriel Marcon

5º lugar: Solon Passarin

Guri

1º lugar: Lucas Moraes

2º lugar: Fabio Manique

3º lugar: Artur Piardi

4º lugar: Leonardo Zenato

5º lugar: Mateus Freitas

Veterano

1º lugar: Tadeu Rodrigues

2º lugar: Roberto Amaral

3º lugar: Rosalen Vargas

Vaqueano

1º lugar: Oscar Rech e Nicanor

3º lugar: Firmino da Silva

Individual

1º lugar: Jackson Hoffmann

2º lugar: Luis Carlos Schinaider

3º lugar: Luiz Othavio Bérgamo

4º lugar: Cleverso Branco

5º lugar: Marcos Rezende

Chave B

Vencedores da "Chave B"


Quadro

1º lugar: Família Benke

2º lugar: Filhos de Vacaria

3º lugar: Cabanha Capão Alto

4º lugar: Brinquedo de Amigos

5º lugar: Estância Butiá

Prendinha

1º lugar: Poliane Almeida

2º lugar: Julya Santos Camargo

Prenda Juvenil

1º lugar: Giulia Motta

Prenda

1º lugar: Camila Venâncio

2º lugar: Maria Caroline Bortoli

3º lugar: Suelen Leite

4º lugar: Ingride Almeida

5º lugar: Bianca Mello

Piazito

1º lugar: Luis Gustavo Bizotto

2º lugar: Arthur Cesar

3º lugar: Alcemar Bernart

4º lugar: Charles Júnior

5º lugar: Miguel Pinto

Piá

1º lugar: Arthur Soares

2º lugar: Gregori

3º lugar: Leonardo Machado

4º lugar: Pedro Fonseca

5º lugar: Leonardo Neves

Guri

1º lugar: Gabriel Santos Camargo

2º lugar: Michel Zardo

3º lugar: Ruan César

4º lugar: Welintno Hoffman

5º lugar: Pedro Artur Souza

Veterano

1º lugar: Luis Antônio da Silva

2º lugar: Luis Silveira

3º lugar: Antônio Macedo

Vaqueano

1º lugar: Adair Ferreira

2º lugar: Antônio Carneiro

3º lugar: Juraci Correia de Carvalho

Individual

1º lugar: Adaiano Pinto

2º lugar: Tiago Soares

3º lugar: Luis Roberto

4º lugar: João Bernardo

5º lugar: Vinicius Vanin


Fotos e fonte: Assessoria de imprensa do CTG Porteira do Rio Grande

UM BLOG AJOJADO DE SENTIMENTOS

PESQUISE POR AQUI