quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Curso de Danças preparatório para o Rodeio - Agenda CTG Porteira do Rio Grande


Neste final de semana acontece Encontro de Danças Tradicionais do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria. Na ocasião serão divulgados todos os procedimentos que nortearão os concursos de danças tradicionais do Rodeio, afim de que os competidores tirem suas dúvidas sobre os temas e procedimentos dos concursos de danças tradicionais.

Foto: Mateus Rosa

As inscrições custam R$ 80 por pessoa, com valor diferenciado para grupos com mais de 10 participantes. Neste valor estão inclusas as refeições do sábado (almoço, coffe e jantar) e do domingo (café e almoço). As inscrições devem ser feitas através do e-mail riograndeporteira@gmail.com.

Caso seja necessário alojamento, a solicitação deve constar na inscrição. No encontro também será divulgado o regulamento de todos os concursos artísticos e apresentadas as comissões avaliadoras das danças.


PROGRAMAÇÃO


Sábado (24/08):

9 horas: Credenciamento

10h30min: Procedimentos dos concursos

13 horas: Início das atividades práticas
O sábado encerra-se ao término das atividades.


Domingo (25/08)

9 horas: Início das atividades

12 horas: Almoço

13h30min: Retomada das atividades até a conclusão dos trabalhos.


Informações com:

Denisson Monks: 99160-6759

Júnior Lima: 99653-1126

Fabiana Lima: 99973-9772

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Laço Macanudo 2: o game de tiro de laço para smartphones e tablets


O tiro de laço é uma das provas campeiras mais conhecidas dos rodeios crioulos. A cada dia cresce o número de praticantes em todo o Brasil.

Você que não foi criado na vida campeira ou nunca montou em um cavalo, agora você também pode ser um laçador ou uma laçadora, pelo menos no celular. Te aprochega e conheça o jogo Laço Macanudo 2.


Sobre o Laço Macanudo 2

Logo do jogo Laço Macanudo 2


O Laço Macanudo 2 é o resultado de uma parceria de sucesso entre um jornal tradicionalista e um estúdio de games: o Macanudo Gaúcho e a MonsterBed Game Studio. Com muita dedicação e compromisso com a cultura gaúcha, uniram a tradição à tecnologia, desenvolvendo um jogo digital de tiro de laço.

Há cinco anos foi lançado o primeiro game de tiro de laço, o Laço Macanudo Gaúcho, que teve mais de 1 milhão de downloads com nota média superior a 4. A segunda versão do jogo foi lançada em 25 de julho de 2017.

O Laço Macanudo 2 tem como objetivo difundir um dos aspectos da cultura do gaúcho campeiro, onde se faz necessário o uso do cavalo e do laço no manejo com o gado.

Como Jogar?

Nesse jogo, o gaúcho deve laçar o boi antes da marcação de 100 metros para obter sua pontuação. Cada laçada cerrada acumula bônus de pontuação, que serão perdidos no caso de laçada julgada. O jogo terminará quando o laçador errar a laçada, então sua pontuação será contabilizada conforme o modo de jogo.


Modos de jogo:

O modo rápido é o modo mais acessível e barato para o usuário. Com custo de apenas uma energia. Neste modo o usuário joga normalmente e pontua normalmente, porém pontuações realizadas neste modo não podem ser submetidas para classificações de rodeios. Ao final de uma partida, o usuário recebe uma recompensa de moeda comum (Pila) proporcional a seu desempenho.

Peão lançando no jogo

O modo rodeio tem um custo adicional (moeda comum e/ou premium), além de uma energia. Neste modo o usuário joga normalmente, pontua normalmente e submete sua pontuação final para a classificação do rodeio. Toda vez que o usuário for jogar novamente em um rodeio, ele deve pagar o custo do mesmo. A pontuação do usuário só é submetida se for maior que sua pontuação já submetida. Neste caso, a pontuação menor feita anteriormente pelo mesmo usuário é retirada da classificação e substituída pela nova pontuação.


Características


2 personagens: peão e prenda

150 itens disponíveis na loja como camisas, bombachas, chapéus, guaiacas, botas, tipos de cabelo, tons de pele, pelagens de cavalo e selas.

2 modos de jogo: jogo rápido e rodeios (semanais e mensais) com premiação para os melhores colocados, além de recompensas diárias de login.

O Laço Macunudo 2 está disponível para as plataformas Android e IOS e pode ser feito o download na loja de aplicativos do seu smartphone.

Te aprochega e confira a apresentação do jogo Laço Macanudo 2:


sexta-feira, 9 de agosto de 2019

A carreta de boi


A carreta ou carro de boi é um dos mais primitivos e simples meios de transporte, tendo sido muito utilizado no Rio Grande do Sul. Desde as origens da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul até a chegada do trem e do automóvel, o Estado andou a reboque dos carros de boi.

Conhecida como “boeiro” em Portugal, “cambona” em algumas regiões do interior do Brasil, o carro de boi e “carreta” nos pampas gaúchos já era conhecido dos chineses e hindus. Também os egípcios, babilônios, hebreus e fenícios utilizavam o transporte “via bois”. Mais tarde, os europeus, quando se lançaram à colonização da África e da América, fizeram do boi um item indispensável da carga das caravelas.

Imagem do filme O Tempo e o Vento.


Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil, trouxe consigo carpinteiros e carreiros práticos, e, em 1549, já se ouvia o “cantador” nas ruas da nascente cidade de Salvador/BA. A presença do carro de boi também é mencionada no “Diálogo das Grandezas do Brasil”, de Ambrósio Fernandes Brandão: “É necessário que tenha (…), 15 ou 20 juntas de bois com seus carros necessários aparelhados (…) ”, e mais adiante, “A vaca, sendo boa, é estimada a (…), e o novilho, que serve já para se poder meter em carro, a seis e a sete mil réis (…) ”.

Nos primeiros tempos da colonização, além de manter em movimento a indústria açucareira da roça ao engenho, do engenho às cidades, o carro de bois mobilizou a maior parte do transporte terrestre durante os séculos XVI e XVII. Transportavam materiais de construção para o interior e voltavam para o litoral carregados com pau-brasil e produtos agrícolas produzidos nas lavouras interioranas. No Brasil colonial, além dos fretes, o carro de bois conduzia famílias de um povoado para outro muitas vezes transformado em “carro-fúnebre” e os carreiros precisavam lubrificar os “cocões” para evitar a cantoria em hora imprópria.

No início do século XVI, o carro de bois era ainda absoluto no transporte de carga e de gente. No Sul, no Centro, no Nordeste, era indispensável nas fazendas. No Rio Grande do Sul, as carretas conduziam para a Argentina e para o Uruguai a produção agrícola. Foi utilizada durante a guerra dos farrapos, no transporte também das mulheres, feridos e de armamento. Na Guerra do Paraguai, os carretões transportaram munições, mantimentos e serviram ainda como ambulâncias.

Em meados do século XVIII, entretanto, com o aparecimento da tropa de burros, o carro de bois perdeu sua primazia. Mais leves e mais rápidos, os muares não exigiam trilhas prévias e terrenos regulares. No final do século, vieram os cavalos para puxar carros, carroças e carruagens, e o carro de bois foi proibido por lei de transitar no centro das cidades, ficando o seu uso restrito ao meio rural.

Os veículos motorizados aceleraram o processo de decadência do carro de bois no Brasil, na Argentina, em Portugal, na Espanha, na Grécia, na Turquia, no Irã, na Indonésia e na Malásia. Contudo, em todos esses lugares, artesãos continuaram a construí-los e a aperfeiçoá-los e, graças a essa gente, o carro de bois persiste na sua marcha pela história.

As carretas riscaram os primeiros caminhos do pampa, ajudaram a fundar cidades e abastecer bolichos. Transportaram mantimentos em tempos de paz, armas em períodos de guerra, sempre ao passo vagaroso do gado. Em solo gaúcho, as razões para o abandono da carreta incluem a lentidão do gado e as agruras da viagem, que sujeitam o condutor a intempéries, a dormir e comer ao relento, sem banho ou troca de roupa.

Hoje, um dos mais tradicionais meios de locomoção do gaúcho está em extinção, mas permanece nas memórias do nosso Pampa.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Rodeio de Vacaria é divulgado em evento em Brasília


O patrão do CTG Porteira do Rio Grande, Elvio Guagnini Rossi, e o tesoureiro da entidade, Igor Coelho Venson, participaram nesta quarta-feira (07), em Brasília, no CTG Jayme Caetano Braun, do Lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Tradição e Cultura Gaúcha e Lançamento dos Festejos Farroupilhas.



O evento, com visibilidade nacional, reuniu lideranças políticas e tradicionalistas de todas as regiões do Brasil. Elvio destaca que no evento estavam pessoas comprometidas em divulgar a cultura gaúcha e as riquezas do Rio Grande do Sul.

Ele parabeniza, ainda, o deputado Ronaldo Santini e ao Patrono da Semana Farroupilha Cesar Oliveira pela iniciativa. Segundo Elvio, foi um momento importante também para a divulgação do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Dia do Declamador Gaúcho agora é lei


O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite sancionou, em ato realizado na tarde desta segunda-feira (5) no Palácio Piratini, a lei que cria o ‘Dia do(a) Declamador(a) Gaúcho(a)’. O projeto, protocolado pela ex-deputada Regina Becker na última legislatura, foi reapresentado este ano pelo deputado estadual Dirceu Franciscon e aprovado no Plenário da Assembleia, por unanimidade, no dia 16 de julho.

A lei define o dia 15 de dezembro como o ‘Dia do(a) Declamador(a) Gaúcho(a)’, data escolhida pelo nascimento de Darcy Fagundes da Silva, profissional da comunicação que consagrou a declamação e a temática do regionalismo gaúcho na história do rádio e da televisão.



Para o deputado Dirceu, “a arte da declamação sempre foi uma atividade marcante na cultura do Rio Grande do Sul e os declamadores, verdadeiras referências para o povo tradicionalista, merecem toda a valorização e reconhecimento dos gaúchos”.

Já a ex-deputada Regina Becker disse que “o Rio Grande do Sul merece ter o Darcy como um representante da cultura gaúcha e, que de agora em diante, centenas de pessoas que fazem da poesia e do canto uma declamação da vida e da nossa história terão um dia para comemorar”.

Luciane Fagundes, jornalista e filha de Darcy, disse que “estamos muito felizes com a lei que agora homenageia um dos grandes artistas gaúchos e incentivadores da nossa cultura. Como filha, como família, só tenho a agradecer”.

A declamadora Liliana Cardoso, idealizadora do projeto, falou sobre “a emoção em saber que Darcy Fagundes, a maior voz da declamação, está presente. Desde o Rodeio Coringa, como ator, cineasta, ensaísta. Hoje, Darcy Fagundes está vivo, a sua obra não morrerá”.

Ernesto Fagundes, sobrinho de Darcy, destacou a importância da poesia gaúcha, “que iniciativa maravilhosa para valorizar a poesia do Rio Grande do Sul. O que seria do nosso Estado e do nosso país sem a nossa poesia, sem os nossos poetas. Essa data é para valorizar os declamadores, os porta-vozes da poesia do Estado”.

O projeto, que agora é lei, entra em vigor a partir desta terça-feira (6), quando o ato do governador Eduardo Leite será publicado no Diário Oficial do Estado.


Biografia – Darcy Fagundes


Nascido em Uruguaiana, Darcy Fagundes da Silva era o primogênito de uma família de onze irmãos, dentre eles o apresentador e historiador Antônio Augusto Fagundes.

Darcy Fagundes



Quando veio para Porto Alegre para estudar, em 1952, Darcy conheceu o produtor e radialista Nelson Cardoso, por quem foi convidado para ingressar na Rádio Farroupilha, dando início a sua carreira no regionalismo.

Darcy foi o criador do reconhecido programa da Rádio Gaúcha o “Grande Rodeio Coringa”, em que se consagrou e passou a fazer parte da história do rádio, recebendo por duas vezes o prêmio de melhor intérprete como rádio ator.

Darcy era um apaixonado pela arte de declamar e a dominava como ninguém, mantendo orgulho do regionalismo. Ele sempre incentivou a criação dos festivais nativistas de música e poesia, como forma de dar oportunidade aos talentos artísticos do Rio Grande. Atualmente, existem inúmeros festivais por todo o estado como, por exemplo, a Sesmaria do Município de Osório, cujo troféu leva o nome de Darcy Fagundes e o Encontro de Arte e Tradição (ENART), entre outros.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

O poncho e pala


O poncho (do quíchua: punchu), é uma vestimenta tradicional da América do Sul a partir do século 18, porém o frio da região fez com que os nativos usassem como proteção couros de animais assemelhando-se ao poncho (Toropi).

O gaúcho do meio rural usa-o para proteção do frio e do vento, por sobre a vestimenta usual, sendo feito em teares com lã de ovelha. Nas cidades ainda se pode vê-lo em dias frios como sobretudo. Ainda serve como cobertor improvisado. Na América andina é feito de lã de lhama, alpaca ou vicunha.

Comercialmente, por vezes são feitos com fibras sintéticas. Basicamente com o mesmo formato, mas sem a abertura frontal e em tecido mais leve, na maioria das vezes em lã ou seda. Proporciona abrigo na meia estação (período intermediário, antes e depois do inverno) e é também bastante usado em festividades tradicionalistas.

PONCHO:

- De lã ou outro tecido grosso, compacto, às vezes, impermeável, tem formato arredondado e, geralmente, é forrado de baeta vermelha. Possui uma abertura central, para enfiar a gola com botões. Serve de abrigo para o frio rigoroso e para a chuva.

Tipos de poncho e pala. Fotos: Joel Jordani


PALA:

- Espécie de capa de formato retangular com franjas nos lados estreitos do retângulo. Tem uma abertura central por onde a cabeça é enfiada. O pala cai sobre os ombros e é feito com lã, algodão ou seda, sempre em tecido leve. É usado nas estações menos frias.


PONCHO-PALA:

- De lã espessa, formato retangular, com extremidades arredondadas e franjadas, possui uma gola aberta onde se enfia a cabeça. É abrigo de inverno.

sábado, 3 de agosto de 2019

E se os sites da "República Rio-Grandense” tivessem domínio especial?

Tecnologia


Para quem já trabalhou na criação de sites é sabido que escolher o domínio, ou seja, o nome do site que será digitado para o acesso, é uma tarefa muito importante. Alguns sites terminam com partes como ".com", ".net", ".org", ".gov" e tantas outras.

Outros possuem essa terminação acrescida de um identificador de país, que para o Brasil é .br. Mas, e se a república rio-grandense tivesse o seu?


Imagem ilustrativa de terminações de domínios na Internet
Imagem: JanBaby/Pixabay


A ideia inédita não é apenas mais uma das especulações sobre separar o sul do País ou se houvéssemos separado de vez o Rio Grande do Sul do restante do Brasil. Surgiu uma nova empresa que passou a oferecer os domínios com terminação .rs.

Essa é uma ideia interessante para novos sites que surjam no Rio Grande do Sul e que tratem  de artistas e cultura local. O final de domínio ".rs" é um reforço de identidade.

Por outro lado, é uma situação mais complicada pensar em sites atuais que mudem seus endereços para versões ".rs". Há todo um trabalho de redirecionamento e de programação para viabilizar tal troca. Algumas empresas que queiram expandir negócios para outros estados também podem preferir o tradicional ".br".

E ainda há um outro fator interessante. Você que acompanha o Repórter Riograndense já notou que falamos de gaúchos e de tradição aqui e em nossa vizinha Santa Catarina. Para nós, terminar nosso site em ".br" ainda é válido porque a tradição gaúcha vai além dos limites de nosso estado.

Mesmo assim, é curioso ver que, pelo menos na internet, a República Riograndense se consolidou! (P.S. E no e-mail, se desejar, também).

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O causo dos brasileiros em várias temperaturas


Buenas gauchada! Aproveito a brincadeira para postar aqui no blog Repórter Riograndense “o causo dos brasileiros em várias temperaturas”. Como todos sabem, Deus criou o Homem e depois aperfeiçoou e fez o Gaúcho:


[30ºC ou mais]


- Baianos vão à praia, dançam, cantam e comem acarajé.
- Cariocas vão à praia e jogam futevôlei.
- Mineiros comem um "queijinho" na sombra.
- Todos os paulistas vão para Praia Grande e enfrentam 2 horas de fila nas padarias e supermercados da região.
- Gaúchos esgotam os estoques de protetor solar e isotônicos da cidade.


[25ºC]


- Baianos não deixam os filhos saírem ao vento após as 5 da tarde.
- Cariocas vão à praia, mas já não entram na água porque acham muito frio.
- Mineiros comem um feijão tropeiro.
- Paulistas fazem churrasco nas suas casas do litoral, poucos ainda entram na água.
- Gaúchos reclamam do calor e não fazem esforço devido esgotamento físico.




[20ºC]


- Baianos mudam os chuveiros para a posição "Inverno" e ligam o ar quente das casas e veículos.
- Cariocas vestem um "mulitão".
- Mineiros bebem pinga perto do fogão a lenha.
- Paulistas decidem deixar o litoral, começa o congestionamento de volta para casa.
- Gauchada vai para a redenção toma um solzinho.


[15ºC]


- Baianos tremem incontrolavelmente de frio.
- Cariocas se reúnem para comer fondue.
- Mineiros continuam bebendo pinga perto do fogão a lenha.
- Paulistas ainda estão presos nos congestionamentos na volta do litoral.
- Gaúchos dirigem com os vidros abaixados, que já está dando um fresquinho.


[10ºC]


- Decretado estado de calamidade pública na Bahia.
- Cariocas usam sobretudo, cuecas de lã, luvas e toucas.
- Mineiros continuam bebendo pinga e colocam mais lenha no fogão.
- Paulistas vão todos as mesmas pizzarias e shopping centers com a família e engarrafam a cidade.
- Gaúchos cogitam a possibilidade de botar uma camisa de manga.


[5ºC]


- Bahia entra no Armagedon.
- Marcelo Crivella lança a candidatura do Rio para as olimpíadas de inverno.
- Mineiros continuam bebendo pinga e quentão ao lado do fogão a lenha.
- Paulistas lotam hospitais e clínicas devido doenças causadas pela inversão térmica.
- Gauchada dá uma encostada na persiana.


[0ºC]


- Extingue -se a vida na Bahia e em todo nordeste.
- No Rio, Marcelo Crivella veste 7 casacos e lança o "Ixxnoubórdi in Rio".
- Mineiros já tão em coma alcoólica mesmo, então não faz diferença!
- Paulistas não saem de casa e dão altos índices de audiência a Fausto Silva, Gugu Liberato, Luciana Gimenes, Rodrigo Faro e Silvio Santos.
- Gaúchos aproveitam para fazer um churrasco no pátio antes que esfrie!



terça-feira, 30 de julho de 2019

Coloque teu filho em um CTG


Sabe as crianças cheias de energia, que tem pique de sobra, e os pais penam para conseguir acompanhar o ritmo? Coloque elas em um CTG (Centro de Tradições Gaúchas). Os ensaios semanais irão render a elas vários amigos. Os professores terão a difícil missão de ensinar maçanico, pezinho, xote carreirinho, entre outras danças. E depois de algumas horas de ensaio, voltarão para casa cansados e cheios de sono, ou cheio de histórias boas para contar.

Invernada artística de um CTG.


Sabe os adolescentes que ficam horas trancados no quarto, mexendo no celular, quase não andam pela casa, praticamente não conversam com os pais e saem raramente para encontros com os colegas de aula? Coloque eles em um CTG. Lá eles terão vários amigos que gostam dos mesmos jogos, mas esquecerão deles durante as horas de ensaio. As conversas com pais serão mais frequentes, e os assuntos serão: uma dança nova, fandangos e festas do pijama com a galera da invernada. No tradicionalismo eles encontrarão amigos para a vida toda, e que lá, durante o ensaio, esquecerão dos problemas e o foco será dançar e encantar.

Coloque teu filho em um CTG e veja ele crescer entre pessoas que preservam valores, que respeitam o próximo, que lutam e acreditam em seus ideais. Que se orgulham da história do Estado, que sonham e carregam no peito o amor pelo Rio Grande.

Coloque teu filho em um CTG e veja ele como um artista, sempre que ele adentrar a pista para dançar. Coloque teu filho em um CTG e não se arrependa nunca de ter dado a ele a oportunidade de ter sido gaúcho de alma e coração. De ter aprendido valores morais e de levar consigo a oportunidade de fazer a diferença em um mundo tão cruel e tão desumano.

domingo, 21 de julho de 2019

Música e cartaz do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria são lançados no jantar de 64 anos do CTG Porteira do Rio Grande


Na noite deste sábado (20), durante evento de comemoração dos 64 anos do CTG Porteira do Rio Grande, foram conhecidos o cartaz e a música oficial do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria. Na ocasião também foi lançado o novo site do evento, que acontecerá de 01 a 09 de fevereiro de 2020.

Cartaz do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria. Foto: Mateus Rosa


O cartaz é de autoria de Fabian Zulianelo. A música tem a letra de Rafael Ferreira (Trambeio) e é interpretada por Quarteto Coração de Potro, César Oliveira e Rogério Melo, André Teixeira, Marcelo Oliveira, Leonel Gomes e Joca Martins. Melodia de Kiko Goulart e Vitor Amorim, Arranjos de Kiko Goulart, violões Quarteto Coração de Potro, Cordeona Botoneira Ricardo Comassetto e Bandoneon João Paulo Deckert.

Ao saudar os presentes, o patrão Elvio Guagnini Rossi, lembrou que o CTG Porteira do Rio Grande completa 64 anos de uma história escrita por corajosos patrões e patronagens na próxima terça-feira, dia 23. Ele enfatizou ainda o valor da família, destacando que no tradicionalismo não é diferente, afinal é possível presenciar esta participação, tanto na artística como na campeira. Por fim, Elvio ressaltou a importância que todos para o sucesso do Rodeio.

Após o jantar, houve apresentações musicais com integrantes do departamento artístico do CTG Porteira do Rio Grande: João Francisco Martins Borges, Ítalo Rossi, Thalis Marques, Pedro Mossoi, Gabriel Polasso, Ana Júlia Piton e Suli Brignoni. Em seguida, o show foi com os convidados: Quarteto Coração de Potro, André Teixeira, Marcelo Oliveira, Ricardo Comasseto, Capitão Faustino e Luísa Barbosa. O baile foi animado pelo grupo Os Vacarianos.

A solenidade contou com aproximadamente 700 pessoas.

Te aprochega e confira o clipe da música oficial do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria:


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