segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Resultado final do 58º Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande


Aconteceu nos dias 16 e 17 de fevereiro no Parque Nicanor Kramer da Luz de Vacaria a quinta e última etapa do 58º Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande.

No sábado (16) aconteceram as finais da “Chave B”, enquanto as finais da “Chave A” foram decididas no domingo (17). Na “Chave A”, o quadro vencedor foi a Cabanha Herança Xucra e na “Chave B” o quadro vencedor foi a Família Benke.

A seguir, você confere os vencedores das duas chaves do Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande.

A próxima edição do Campeonato Municipal de Laço do CTG Porteira do Rio Grande tem previsão de começar durante a Semana Farroupilha, em setembro deste ano. A previsão do término será durante o primeiro final de semana do 33º Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria que acontecerá de 01 a 09 de fevereiro de 2020.

Chave A

Vencedores da "Chave A"


Quadro

1º lugar: Cabanha Herança Xucra (133 armadas)

2º lugar: Fazenda Rincão Seco (123 armadas)

3º lugar: Fazenda São João (120 armadas)

4º lugar: Querência do Socorro (117 armadas)

5º lugar: Cabanha FB (115 armadas)

Prenda Juvenil

1º lugar: Ana Laura Rech Parizzoto 

2º lugar: Isadora Pereira Machado

3º lugar: Paola Valin Santos

Prenda

1º lugar: Tainara Vigolo da Silva

2º lugar: Giovana Xavier

3º lugar: Sarana Zamboni

4º lugar: Makeila Telles

5º lugar: Thais dos Santos

Piazito

1º lugar: Arthur Rech Barbosa

2º lugar: Mateus Camargo

3º lugar: Gustavo Ribeiro Fernandes

4º lugar: Bernardo Demétrio

5º lugar: Teodoro Boeira

Piá

1º lugar: Maurício Lima

2º lugar: André Pereira Vieira

3º lugar: Murilo Neri

4º lugar: João Gabriel Marcon

5º lugar: Solon Passarin

Guri

1º lugar: Lucas Moraes

2º lugar: Fabio Manique

3º lugar: Artur Piardi

4º lugar: Leonardo Zenato

5º lugar: Mateus Freitas

Veterano

1º lugar: Tadeu Rodrigues

2º lugar: Roberto Amaral

3º lugar: Rosalen Vargas

Vaqueano

1º lugar: Oscar Rech e Nicanor

3º lugar: Firmino da Silva

Individual

1º lugar: Jackson Hoffmann

2º lugar: Luis Carlos Schinaider

3º lugar: Luiz Othavio Bérgamo

4º lugar: Cleverso Branco

5º lugar: Marcos Rezende

Chave B

Vencedores da "Chave B"


Quadro

1º lugar: Família Benke

2º lugar: Filhos de Vacaria

3º lugar: Cabanha Capão Alto

4º lugar: Brinquedo de Amigos

5º lugar: Estância Butiá

Prendinha

1º lugar: Poliane Almeida

2º lugar: Julya Santos Camargo

Prenda Juvenil

1º lugar: Giulia Motta

Prenda

1º lugar: Camila Venâncio

2º lugar: Maria Caroline Bortoli

3º lugar: Suelen Leite

4º lugar: Ingride Almeida

5º lugar: Bianca Mello

Piazito

1º lugar: Luis Gustavo Bizotto

2º lugar: Arthur Cesar

3º lugar: Alcemar Bernart

4º lugar: Charles Júnior

5º lugar: Miguel Pinto

Piá

1º lugar: Arthur Soares

2º lugar: Gregori

3º lugar: Leonardo Machado

4º lugar: Pedro Fonseca

5º lugar: Leonardo Neves

Guri

1º lugar: Gabriel Santos Camargo

2º lugar: Michel Zardo

3º lugar: Ruan César

4º lugar: Welintno Hoffman

5º lugar: Pedro Artur Souza

Veterano

1º lugar: Luis Antônio da Silva

2º lugar: Luis Silveira

3º lugar: Antônio Macedo

Vaqueano

1º lugar: Adair Ferreira

2º lugar: Antônio Carneiro

3º lugar: Juraci Correia de Carvalho

Individual

1º lugar: Adaiano Pinto

2º lugar: Tiago Soares

3º lugar: Luis Roberto

4º lugar: João Bernardo

5º lugar: Vinicius Vanin


Fotos e fonte: Assessoria de imprensa do CTG Porteira do Rio Grande

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Final do Campeonato de Laço do CTG Porteira do Rio Grande acontece neste final de semana


O CTG Porteira do Rio Grande realiza no próximo final de semana, dias 16 e 17 de fevereiro, a quinta e última etapa da 58ª edição do Campeonato Municipal de Laço. A competição, que iniciou em setembro, teve a participação de aproximadamente 685 laçadores, divididos em 40 quadros.
Foto: Mateus Rosa
               

O Campeonato inicia no sábado (16), às 8h30min, com os 21 quadros da Chave “B”. Já no domingo, laçam os 19 quadros da Chave “A”. No domingo também acontece a final do Campeonato de Vaca Parada.

Lideram o Campeonato até o momento:


CHAVE “A”

Cabanha Herança Xucra – 105 armadas

Fazenda Rincão Seco – 101 armadas

Fazenda São João – 97 armadas



CHAVE “B”

Filhos de Vacaria – 89 armadas

Família Benke – 88 armadas

Cabanha Capão Alto – 76 armadas


ORDEM DE LAÇADA


Chave “B” – Sábado

1-      Rodeio de Amigos

2-      Estância Butiá

3-      Rincão Dobrado

4-      Família Benke

5-      Cabanha Capão Alto

6-      Amigos do Laço

7-      Chama Crioula

8-      Sentinela na Querência

9-      Coração Gaúcho

10-     Os Guarás

11-     Rancho da Integração

12-     Tio Chico

13-     Família Almeida

14-     Brinquedo de Amigos

15-     Filhos de Vacaria

16-     Tio Ademar

17-     Fazenda Água Branca

18-     Querência da Estrela

19-     Querência de São Paulino

20-     Lenço Colorado

21-     Querência de São Pedro





Chave “A” – Domingo

1-      Rincão Seco

2-      Chama da Tradição

3-      Fazenda São João

4-      Querência do Socorro

5-      Família Souza

6-      Cabanha Herança Xucra

7-      Chaleira Preta

8-      Estância da Boa Vista

9-      Querência do Guacho

10-     Querência dos Moisés

11-     Porteira Velha

12-     Rodeio do Guacho

13-     Crioulos da Chapada

14-     Cabanha FB

15-     Sestiada na Querência

16-     Cabanha Zambam

17-     Porteira do Sexto

18-     Mangueira Velha

19-     Garrão de Potro


Fonte: Assessoria de Imprensa do CTG Porteira do Rio Grande

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Nota de esclarecimento do CTG Porteira do Rio Grande


O CTG porteira do Rio Grande vem por meio desta nota esclarecer a toda a comunidade tradicionalista os fatos ocorridos no ultimo mês com relação ao Rodeio Internacional e a aproximação do MTG nas questões que envolvem o rodeio.

A grande parte do meio tradicionalista, mais voltado às danças tradicionais é sabedora de que o meio vive e passa por questões difíceis, e divisões que em nada agregam ao meio tradicionalista. Desta feita o MTG/RS procurou a Patronagem do CTG Porteira do Rio Grande para ajudar na desconstrução destas divisões, o que de forma exitosa teve o seu objetivo alcançado, através de algumas reuniões com todos os envolvidos, com o nosso apoio e com o apoio do MTG/SC e MTG/PR. O alinhamento dessas danças é muito importante não só para o Rodeio de Vacaria, mas também para todo o meio que vive e anseia por melhores momentos nos concursos de danças tradicionais.



O CTG Porteira do Rio grande sempre pregou ser favorável a conciliação entre os meios, e de forma respeitosa para com todos os envolvidos, vem respeitando a história que por muitos anos foi construída e também com o objetivo maior de não gerar nenhum prejuízo ao Rodeio Internacional. Sendo assim, somos sabedores da responsabilidade que temos com a cultura gaúcha, e com a nossa história.

Sendo assim no que diz respeito ao Rodeio Internacional da Vacaria afirmamos que:

01° O CTG Porteira do Rio Grande é soberano na organização e na administração do rodeio em tudo que diz respeito ao regulamento dos concursos artísticos, ou seja, não teremos aqui regulamentos de outros eventos.

As Comissões avaliadoras serão criteriosamente escolhidas pela casa, que escolherá pessoas devidamente qualificadas e de renome no meio cultural e artístico do nosso estado, pessoas condizentes e capacitadas para a difícil missão de escolher os melhores entre tantos talentos que aqui desfilarão sua arte.
02° Os encontros preparatórios serão realizados nos mesmos moldes dos encontros das edições anteriores. Assim que houver a disponibilidades de datas coerentes e que não conflitem com outros eventos estaremos divulgando através das nossas mídias eletrônicas oficiais.

03° Para o concurso de danças tradicionais, mais voltados ao quesito avaliação, às questões coreográficas que ficaram acordadas na reunião do dia 04/02 na sede do MTG em POA serão rigorosamente cumpridas. Os blocos de danças serão ajustados conforme regulamento da casa, contemplando as danças que foram discutidas na reunião e mais as que já são tradicionais ao evento, respeitando principalmente as obras de João Carlos Paixão Cortes e Barbosa Lessa para as danças pesquisadas por estes.

04° O CTG Porteira do Rio Grande continuará incentivando e apoiando toda e qualquer manifestação cultural do nosso estado que vise enaltecer e valorizar a cultura gaúcha, seja ela em forma de festival ou eventos, trabalhamos sempre em parceria para fortalecer ainda mais os aspectos sociais ao qual somos inseridos. De forma mais direta continuaremos a oportunizar a vaga aos campeões do FNCG, não consideramos a vaga a final para os campeões deste festival um privilégio, mas consideramos sim, um mérito, alcançado por todo um trabalho realizado ao longo de um ano defendendo nos palcos as mais diversas manifestações culturais oriundas do nosso Rio Grande, sejam elas no campo da declamação, Música, Instrumentais, Chula e Dança, assim como manteremos a vaga a final para o campeão do Sapateio Nacional de chula da cidade de Lagoa Vermelha edição 2018.

05° O CTG Porteira do Rio Grande não se responsabiliza por qualquer postagem em redes sociais, grupos de bate papo sobre o rodeio, que não sejam de fontes oficiais da entidade.

Assim esperamos ter esclarecidos aspectos conflitantes com relação ao Rodeio e finalizar de vez, toda e qualquer discussão sobre o evento, pois é chegado a hora de arregaçar as mangas e trabalhar em prol de nossa festa.
Desde já esclarecemos que o CTG Porteira do Rio Grande, está de portas abertas para bem receber todos os participantes e apreciadores da autêntica festa Gaúcha.
Agradecemos a todos os envolvidos e também ao MTG/RS, MTG/SC, MTG/PR que tanto contribuíram para essa difícil missão de pacificar um meio já tão desgastado.

De 01 a 09 de fevereiro de 2020 todos os caminhos nos trazem a Capital dos Rodeios, nossa querida e lendária Vacaria.
33° Rodeio Crioulo Internacional de Vacaria.


Patronagem do CTG Porteira do Rio Grande

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

A linguagem poética do chimarrão


Mais uma vez nos ocupamos do mate e sua influência nos amores campesinos. Até fins do século passado - da mesma forma que o leque nas sociedades citadinas - possuía a erva-mate o dom de conversar uma pitoresca linguagem amorosa.

Chimarrão gaúcho. Foto: Alex Silva


E é de se crer que ela representasse um importante papel nos namoros singelos dos velhos tempos; pois as sinhazinhas encontravam no mate um mensageiro calado e fiel.


Assim falavam os namorados do Rio Grande provinciano:


Mate com mel - “quero casar contigo”.

Mate com açúcar queimado - simpatia.

Mate com canela - “só penso em ti”.

Mate com açúcar - amizade.

Mate frio - desprezo.

Mate com sal - “não apareças mais aqui”.

Mate com casca de laranja - “vem buscar-me”’

Mate muito amargo - “chegaste tarde, já tenho um amor”

Mate lavado - “vá tomar mate noutra casa!...”.



Trecho extraído do livro "História do Chimarrão", de Barbosa Lessa.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Mate elétrico: sabor X tradição


No mês passado, eu tinha feito uma enquete no Instagram Stories do Repórter Riograndense sobre o que as pessoas presavam mais no chimarrão: sabor ou tradição.


A enquete tinha o intuito de saber se os apreciadores de chimarrão preferiam um mate, que segundo o costume gaúcho o mate precisa estar “pelando” de quente. Dependendo da temperatura da água, pode acabar queimando a erva, deixando o mate mais amargo. Ou se as pessoas preferiam um chimarrão presasse pelo sabor, usando a água na temperatura recomendado, cerca de 70°C, e também uso de composto de ervas misturados com a erva-mate como cidreira, camomila, erva-doce, gengibre entre outras ervas.


Para 72% das pessoas que votaram na enquete, o chimarrão tem de presar pela tradição. Isso mostra que parte das pessoas não aceitam “modismos” no preparo do mate.


No começo deste ano, o argentino Pablo Damián Gallego inventou a “cuia elétrica” que usa a eletricidade para aquecer o mate através de uma entrada USB ou por indução (sem fio). O fabricante afirma que as vantagens do mate elétrico são: manter a temperatura constante do chimarrão (em torno de 60°C), mais higiênico (evitando o acúmulo de resíduos por causa da troca constante de erva), e mais econômico, pois exige menos reposição de erva.

O "Mate Elétrico", invenção do argentino Pablo Darmián Gallego. Foto: Divulgação

"O importante do Mate Elétrico, mais do que manter a erva-mate na temperatura correta, que ela não se desmanche e que não tenhas que jogar ela fora, é que tu podes voltar a tomar um chimarrão meia hora depois de parar e ele vai estar igual ao primeiro", disse Gallego em entrevista ao jornal argentino Clarín.


O Mate Elétrico mantém temperatura constante do chimarrão evitando o choque térmico entre a água quente da garrafa térmica e água fria da cuia normal. Esse processo acaba deixando o chimarrão sem sabor durante o consumo, o chamado “mate lavado” como já estamos acostumados.


O Mate Elétrico é vendido em duas versões: cuia com entrada para cabo ou conjunto de cuia + base de carregamento sem fio. O custo varia de R$ 70 a R$ 270 reais, conforme tamanho e tecnologia usada na alimentação da energia.   A base também pode carregar aparelhos celulares que contam com o mesmo recurso. A cuia é encontrada nas cores branca e preta, e pode ter até indicadores de funcionamento em LED que dão o acabamento estético no porongo digital.


A seguir, te aprochega e confira o vídeo promocional do Mate Elétrico:




Você acredita que essa novidade chegará logo ao sul Brasil? Ou você continuará seguindo as tradições no preparo e consumo do “amargo”?


Fonte: G1 e GauchaZH

sábado, 26 de janeiro de 2019

Jorge Guedes & Família representam o Brasil na 29ª Fiesta del Chamamé na Argentina

No mês de janeiro aconteceu em Corrientes, Argentina, a 29ª Fiesta del Chamamé, um evento que reúne grandes nomes da América Latina e do mundo, para louvar este gênero musical. Jorge Guedes &; Família foram um dos grandes destaques desta edição, representando o Rio Grande do Sul e o Brasil.



 Apresentaram o seu canto missioneiro para um público de aproximadamente vinte e cinco mil pessoas, que responderam com muita euforia e Sapukay, as canções que a família Guedes interpretou. Dentre elas “El Rancho y La Cambicha”“Puerto Tirol” e “Pra Ti Guria” de Gilberto Monteiro e Ramón Ayala, com interpretação majestosa de Jorge Guedes e sua Família, um clássico da nossa música que está sendo relançado no novo CD da Família.


Outro clássico interpretado pelo grupo foi “Apurate José” da cantora argentina Teresa Parodi, a canção fala sobre as enchentes causadas pelas chuvas, situação que enfrentaram os argentinos, nesse início de ano. Após a bela apresentação, foram convidados pelo governo de Corrientes e pela organização do evento, para ficarem na cidade e realizarem uma segunda apresentação, no dia seguinte. Anahy e Karaí Guedes cantaram “Merceditas”, divulgando também um aplicativo do governo estadual chamado Chamamé 2.0, que busca uma interação ainda maior com o público jovem, levando ao conhecimento das pessoas em geral, a cultura, os costumes e tradições de Corrientes.



Realizaram várias entrevistas em rádio e televisão, divulgando ao público correntino, a nossa arte e tradição gaúcha. Foi muito natural à aceitação da nossa música, por conta da similaridade cultural que temos com os “hermanos” e pela qualidade e força artística, que tem o grupo Jorge Guedes & Família. 

Te aprochega e confira parte do show de Jorge Guedes &; Família na cidade argentina de Corrientes:





Texto e fotos: Assessoria de comunicação de Jorge Guedes e Família

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Grupo Gaitaço do Paraná


O Grupo Gaitaço foi fundado no ano de 1990 na cidade de Guaraniaçu, no estado do Paraná pelos componentes proprietários: Alterio Brescovit “Téio”, Renato Dobbins e Nilton Wagner e demais músicos funcionários: Vanclei Rocha e Walkir João Ogibowski, gravando seu primeiro trabalho (Bugio Mandalete) em 1991, com produção de Leonir (Os Milongueiros), pela gravadora Usa Discos, de Porto alegre.

O Grupo segue uma linha muito própria, tendo como referência, a irreverência, a animação, a qualidade, e simpatia que o grupo demonstrava e demonstra até hoje em todos os lugares que passa pela região sul do Brasil, conquistando assim mais e mais fãs e amigos.



Em 1993 grava seu segundo trabalho (Vem dançar comigo), pela mesma gravadora, agora já com mais experiência e com objetivos mais concretos, contrata para ser produtor deste trabalho, Sandro Coelho (Tchê Garotos) e Paulista (Ambos dos Garotos de Ouro na época). Neste mesmo ano já começa a aumentar seu campo de trabalho abrindo caminho pelos estados do Mato Grosso e Rondônia, onde já existiam muitos sulistas saudosos de seus costumes e suas raízes, onde os fandangos supriam um pouco da saudade de sua terra.

Em 1996 muda sua sede para Cascavel – PR e grava seu terceiro trabalho (1º CD - Amor infinito), No Studio digital Veronese em Cascavel - PR, com produção própria, orientado pelo produtor Luciano Veronese e lançado pela gravadora Faixa Nobre, de Caxias do Sul.

Após essa gravação tivemos vários outros trabalhos com produção independente, dentre eles nosso 4º trabalho (Balanção) no Studio do Tom em Pato Branco - PR, com produção independente.

O Grupo Gaitaço seguiu seu curso pelo decorrer destes anos com muita luta, com chegadas e saídas de novos companheiros, com muitas alegrias, tristezas, com tudo que uma empresa passa, com seus altos e baixos.

No ano de 2010, já residindo na cidade de Guarapuava – PR por alguns anos, grava seu primeiro DVD e CD ao vivo, no estado de Rondônia, na cidade de Cacoal, com edições no Studio GravoBem produções audiovisuais, em Guarapuava – PR.

No ano de 2013, um novo trabalho, o 6º CD gravado no Studio Guim Records de Curitiba - PR, CD este totalmente voltado para nossos costumes e raízes do Sul do Brasil, que traz por título Potros.

Ainda em 2013 no mês de Abril, foi gravado o 2º DVD, Ao Vivo em Guarapuava-PR para um público de aproximadamente 10 mil pessoas pela Gravadora Gravobem.

No início do ano de 2015 foi lançado o clip Xucrão no Facebook que atingiu mais de um milhão de visualizações em menos de um mês no Youtube, um fato inédito no meio gaúcho.

No fim do ano passado foi lançado 7º CD intitulado "De baile em baile", mais um vez inovando, Grupo Gaitaço do Paraná traz um CD inédito com uma faixa interativa, com conteúdos exclusivos, o disco contém 12 faixas, 11 inéditas, e uma faixa bônus com a musica Xucrão no Facebook.

Te aprechega e confira o Grupo Gaitaço do Paraná tocando os sucessos “Bailanta do Tibúrcio” e “Alambrador”. Faixas que fazem parte do DVD “Ao Vivo em Guarapuava-PR”, gravado em 2013:


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Você sabia que existe um logo nunca usado pelo Jornal do Almoço?


O Jornal do Almoço é um dos mais antigos telejornais gaúchos. Em um tempo onde a rádio parecia imbatível, ele passou a abrir espaço na rede nacional, a TV Globo, para o noticiário local. O sucesso foi tanto que a Rede Globo estendeu a ideia para todas as afiliadas, no que chamou de Praça TV primeira edição.

Logo atual / Reprodução - RBS TV


O Jornal do almoço é o precursor do praça TV. Nada mais justo do que ter identidade própria, coisa que a RBS TV cuida e mantém. Trilha sonora, pacote gráfico e cenários possuem especificidades que só esse telejornal possui.

Em Santa Catarina, entretanto, a venda para a NSCTV fez com que o Jornal do almoço se descaracterizasse por lá. Cenários e aberturas azuis e cinzas levaram o JA a virar um SC1 disfarçado com gerador de caracteres fixo poluindo o monitor, além da trilha sonora nacionalmente usada.

Tanto em SC como no RS, antes de a NSCTV existir, a RBSTV trabalhou na criação de uma nova identidade para seu telejornal do meio-dia. Ela foi criação de Humberto Mogetti, que apresenta esse trabalho em seu portfólio no site pessoal (abaixo):

Logo (parte de um novo pacote gráfico) criado por Humberto Mogetti


Esse trabalho foi uma parceria com Carlos Porto. Como Humberto saiu da emissora, o projeto não foi concluído. Provavelmente receberia trilha sonora instrumental de Jean Presser, responsável pelas trilhas do canal.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Os Chacreiros


O canto que brota da goela de um cantador de campanha, da cordeona debochada de um gaiteiro de galpão, da alma da gente da fronteira oeste.

Entre o silêncio do mate madrugueiro, o dia a dia de trabalho e as prosas a beira do fogo se figura um cotidiano aquém do mundo moderno, onde os habitantes desse universo são homens livres do tempo.



Um cantar, somente..., mas que vem do lugar mais sagrado pra um homem de campo: do coração!

Então quatro amigos do Alegrete se uniram na busca de ilustrar este mundo em música e poesia, e com eles trazem suas vivencias, seus amores e suas esperanças. Num canto, somente... Nem melhor e nem pior.


A dupla Gerson Brandolt e Beto Vilaverde, já possui quatro CD’s gravados; o Cristiano Fantinel tem três; e o Passarinho Teixeira Nunes já assinava várias das composições com ambos. O porque, então??

Quando o serviço aperta se pede quarteada pros seus!

O compromisso do grupo Os Chacreiros é com a arte terrunha do nosso estado e nossa causa é exclusivamente a de contribuir para que se torne a cada dia mais viva nos ranchos do povo gaúcho.  


Te aprochega e confira o clipe da música "No Cabo do Socador":




sábado, 5 de janeiro de 2019

CD Uiliam Michelon Quarteto


O projeto Uiliam Michelon Quarteto, de Vacaria – RS lançou uma página no site Cartarse para conseguir o financiamento coletivo para a gravação do primeiro álbum. Puxe o banco, que nós te alcançamos o mate enquanto contamos um pouco sobre nosso projeto.

Poderíamos começar essa descrição falando sobre paixão. Quem sabe - diretamente - de música. De cultura. De acordeom. De tantos elementos que compõe esse universo incrível em que nos encontramos, que é a música instrumental autoral. Ao invés disso, iniciaremos falando de inspiração, afinal, toda paixão se move quando inspirada.

O Uiliam Michelon Quarteto não nasceu quarteto. Nasceu do desejo do acordeonista vacariano Uiliam Michelon em expandir e enriquecer o cenário da música instrumental. Somado a sua experiência junto ao cenário estadual, visto que ao longo de sua carreira esteve envolvido com festivais nativistas, rodeios, concursos e apresentações diversas pelo Rio Grande do Sul e até mesmo em outros diversos lugares do país.

Capa do CD Uiliam Michelon Quarteto. Foto: Estúdio F18


O tempo foi passando, os projetos surgindo, e com isso foram chegando mais três amigos.

Primeiro Thiago Carlotto, violonista, canhoto, cria da velha Vacaria, nome conhecido e respeitado no cenário nativista.

Amigo de longa data, quem sabe quase de uma vida toda, Everton Hoffmann, o Alemão, somou sua experiência, sua competência e seu contrabaixo ao projeto de Uiliam.

As baquetas controladas por Gleidson Dondoni marcaram o ritmo e somaram tanto, que dessa fusão de talentos, nasceu - definitivamente - o UM Quarteto.

Com ideias afinadas, começamos a pensar em espetáculos para valorizar a cultura da nossa gente, mostrar os quão preocupados e empenhados somos em levar a cultura não somente aos que querem, mas a todos aqueles que precisam ouvir. Com algumas apresentações, o grupo recebeu um carinho muito grande de um grande público que abraçou a essa ideia. E então surgiu a vontade imensa de produzir um CD do projeto.

Como funciona? Toma mais um mate que já iremos explicar.

O financiamento coletivo funciona como uma vaquinha virtual, onde o público financia um projeto através da compra de recompensas que variam de acordo com o valor contribuído. Se o valor total for alcançado dentro do prazo estipulado, recebendo o dinheiro arrecadado, será colocado o plano em prática, nesse caso, o primeiro CD de Uiliam Michelon Quarteto.

Mais poderoso que o silêncio que nos acalma, é a música que nos inspira. Que alma nunca viajou aos acordes de sua canção preferida? É na cultura que buscamos refúgio dos males que assolam. É nela que temos companhia, sintonia, poder de transcender.

Para colaborar com o projeto do primeiro CD de Uiliam Michelon Quarteto acesse: https://www.catarse.me/uiliam_michelon_quarteto

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