Buenas meu povo! Aqui Mateus Rosa - o Repórter Riograndense – venho aqui falar das novidades do blog.


Você que acompanha o nosso trabalho nos últimos quatro anos, você conferiu vários assuntos como esportes, música, biografias, curiosidades e tradição gaúcho. Hoje, tenho mais sete anos de experiência em trabalhar com blogs.

Por três anos sempre mudei o nome do blog até chegar ao nome atual. A ideia do blog era falar sobre diversos assuntos, sem deixar o orgulho de ser gaúcho do criador do blog. Porém, as postagens sobre a cultura começaram a ganhar espaço no blog tornando o blog mais tradicionalista do que jornalístico.

Muitos amigos meus que visitavam o blog me disseram que o nome Repórter Riograndense lembrava algo mais gaúcho, assim como blog Repórter Farroupilha do jornalista investigativo da RBS TV, Giovani Grizotti, o qual inspirou o nome do blog.

As postagens mais visitadas do blog são as que falam sobre a tradição gaúcha.

No meu trabalho como jornalista do jornal Correio Vacariense de Vacaria, RS, conheci uma profissional de Relações Públicas. Nós ficamos amigos e um dia comentei com ela que tinha um blog. Assim como várias outras pessoas destacou o ponto forte do blog – a cultura gaúcha.

Na época da faculdade tive disciplinas de como montar um briefing, mas nunca tinha aplicado esse conhecimento. Junta com essa minha amiga formada em Relações Públicas, vimos que um grande nicho de mercado para ser explorado.

Por isso decidi junto com ela mudar a temática do Repórter Riograndense. Em vez de falar de coisas como eu estava fazendo, decidi focar apenas no tradicionalismo gaúcho. Com isso buscamos criar uma identidade para o blog para buscar fortalecer a marca Repórter Riograndense junto ao público tradicionalista.

A princípio, o blog vai focar no tradicionalismo de Vacaria e a região dos Campos de Cima da Serra. A meta no futuro é focar em comunidades de gaúchos fora do estado, mas será um passo de cada vez.

As postagens que falavam de outros temas que estavam publicadas aqui no Repórter Riograndense foram transferidas para o meu novo blog – Mundo em Pauta – pois não queria perder uma história de sete anos como blogueiro.

Agora com a temática definida, vamos também em busca de patrocinadores para ajudar fortalecer a marca do blog e assim poder trazer conteúdo de qualidade ao nosso público leitor.

As postagens que continuaram no blog tiveram novas marcações como:

A hora do mate: tudo sobre a bebida típica dos gaúchos - o chimarrão.

Clássicos da música gaúcha: Músicas que marcaram a cultura do Rio Grande, além das novas músicas que estão fazendo sucesso na atualidade.

Grupos gaúchos: Espaço para divulgar os melhores grupos de bailes da música gaúcha.

Cantores nativistas: Espaço para divulgar grandes nomes da música nativista, além de apresentar novos artistas.

Legendária Vacaria: Espaço que é destinado a divulgar as coisas de Vacaria, cidade conhecida pelo tradicionalismo.

A opinião do vivente: Espaço que será usado para opinião, tanto para o autor do blog como para pessoas que conhecem a cultura gaúcha e querem expor a sua opinião.

Futebol nos Pampas: Como não pode faltar, o futebol é uma das minhas paixões e neste espaço vamos dar destaque o futebol gaúcho como a dupla Gre-Nal e o futebol do interior.

Também seremos atuantes em nossas redes sociais como a nossa fanpage no Facebook e os nossos perfis no Twitter e Instagram. Em breve também será divulgado o nosso perfil no Spotify com playlists 100% gaúcha.

Esse processo de reformulação já começou, é projeto a longo prazo. Você meu amigo, você minha amiga, gaúcho de nascimento ou amante da cultura gaúcha está convidado a acompanhar nosso trabalho em prol da cultura do Rio Grande. Em breve mais novidades serão divulgadas.

Estamos abertos a sugestões e críticas (construtivas).

Um abraço do tamanho do Rio Grande!

Repórter RiograndenseO blog com o perfil de um povo que mescla o novo e a tradição.

Nossos contatos




Instagram: @reporterriograndense 
Super Cesa era o "top" de Supermercado

Supermercados eram: Deon e Riva.

Faculdade aqui era FALEV

Palombini era um político imbatível.

São Francisco não era só um santo, mas sim a maior e melhor escola da cidade.

Estudar no São Francisco necessitava comprar um blusão verde, com golas e mangas amarelas e vermelhas.

Estudar no São José tinha que usar saia sanfonada e camisa de gola branca.

Saída do São José - que era colégio só de menina - todos corriam para "pegar a saída" e ver as gatinhas.

Glória era um time amador e o Brasil era o orgulho da cidade.

As ruas tinham "2 mãos"

Boate do Jockey era uma das melhores do Estado.

Boate de Páscoa e de Natal bombavam sem falar das boates de Domingo à tarde (galera saia da piscina molhado e ia pra boate Sombra)

Motel era apenas o Mirage

"Motel da Gurizada" era o morro das antenas de TV, entrada do aeroporto ou a estrada do graneleiro.

Cinemas Guarany (hoje é a Volpato) e Querência (hoje é a Livraria do Estudante)

Xis do Gordo era aonde hoje é o Clube do Comércio.

Clube do Comércio tinha sede campestre e não tinha sede.

Jockey Club tinha um terreno na frente, com um pequeno gramado e uma pequena piscina.

Clube Guarani era famoso pelas azarações em fim de festa.

Casa Almeida você comprava de tudo para casa.

Rodoviária era onde ficava a Total.

Rádio Esmeralda se chamava Rádio Cidade e não existiam FM's na cidade.

Restaurante do Beto Berthier era o mais fino e só os ricos iam lá. (No Jockey Club)

O Alfred era a melhor loja de roupas da cidade. (Aonde é a Loja Resumo hoje e depois onde está o INSS)

Foi construído um terminal de ônibus urbano moderno perto do moinho. (Desativado, pois ficou obsoleto).

Galeria Real Center era um ponto de encontro. (Aonde hoje é a Grazziottin).

Na Real Center tinha a sorveteria Dutti Vitta

Vacaria já teve uma Renner e Zaffari também.

O xis do Cata começou nesta época. Depois fechou por uns 15 anos e voltou há pouco tempo.

(na primeira vez que abriu o nome já era "DRIVE IN KIKÃO" e o proprietário era o Bruno).

Câmara de Vereadores era no prédio do Dionísio Frozi.

A FIAT se chamava Itacolomi.

A FORD era Fundiferro.

A VOLKS era Irmãos Soldatelli.

A Mercedes Benz chamava-se Autoval e era o orgulho da cidade, inclusive com um time de futebol de salão.

Ginásio dos Bombeiros era o melhor da cidade.

Ponto Doce era um ponto de encontro durante a tarde e era cheio das guloseimas e se situava na praça (Tipo a Algo Mais de hoje).

Francisco Appio era ainda um radialista e funcionário do Banco do Brasil.

Os loucos eram apenas Bola 7, Tinta, Sergião, Tuzinha e Shazan.

O Irmão Getúlio chamava-se Polivalente e era um dos melhores colégios técnicos do Estado.

Viajar para Porto Alegre de ônibus demorava 6 horas. No final dos anos 80 colocam um ônibus direto que levava 4 horas. Isto era o máximo.

Ipê era Vila Ipê, Pinhal da Serra era um ponto perdido no mapa, Monte Alegre era "do oitavo" e Campestre da Serra era uma vilinha no caminho para Caxias.

Vacaria tinha Campeonato Municipal de Basquete.

A banda marcial do São Francisco era respeitável em todo o Estado.

Balneário do Mannhart era um dos roteiros de verão do pessoal (Mannhart foi prefeito e fez um balneário no rio Quebra Dentes para "todo o povo").

A inauguração do Ginásio Serrano foi uma revolução em termos de quadras esportivas.

Em cima do Imec - na época Super Cesa - tinha uma cancha de futebol de salão. E depois virou a Ilha do Mel!

Os bombeiros tinham uma quadra esportiva coberta, aonde hoje é o estacionamento deles.

Friva era o maior empregador da cidade.

Pista de kart era na BR-285, onde hoje está a UCS. Antes disso as corridas aconteciam em frente ao Moinho

Nega Eva era a casa de "meninas" mais fina da cidade (Dizem que ela casou e virou fazendeira em Rondônia).

Hotel Serra Alta era Hotel Ipiranga. Existia o Hotel Alvorada (Aonde hoje é Belã) e Pampa Hotel.

Centro Social Urbano era um centro esportivo fantástico (hoje é a UERGS).

Discos Toka e QG era o local dos lançamentos de discos e fitas k-7.

Locadora (de VHS é claro) era a do Valério e aquela que existia no Frozi o dono era o João Paulo.

Sede campestre da AABB era onde fica a Tino e D'Oro Pizzaria e tinha ótimas quadras de tênis.

Luciano Camargo (Defo), Barpe e Cirano Roveda eram os melhores DJ's.

Os Caudilhos eram um dos melhores conjuntos gaúchos.

Alguém lembra que a praça tinha escrito numas plantas, de um lado, TUDO PELA PÁTRIA e de outro VIVA O BRASIL?

Livraria Brizola (não tinha melhor para livros, revistas e etc., ah e figurinhas também).

Café Bueno ou Café da Esquina (ponto de encontro e fofocas dos políticos e empresários da região - hoje é a farmácia São João, em frente da Panvel)

Docelância do Seu Manoelzinho - Aonde hoje é a farmácia Popular, em frente à praça. Era um senhor de idade, que mantinha uma confeitaria que a gurizada adorava e sempre passava lá antes de ir ao cinema.

Sorveteria GLUT'S na avenida e depois no Largo Bamerindus.

Leites Corlac - Sim Vacaria teve uma fábrica de laticínios

Banda Elo Ocidente e LSD

Itacolomi Tintas era uma potência e ficava aonde hoje é o Cestão. Também ali ficava a Casa Cléa, lugar legal de comprar carrinho de ferro.

Palombini tinha uma farmácia da avenida enorme, aonde hoje é a Sejapel.

Serrarias do Ioschp, Gasperim, Rech e dos Irmãos Minella .

Posto do Vadis, Irmãos Frozi, Loja Marcantônio, Comercial Dorigatti, Arcelino & Filhos eram verdadeiras potências.

Cartório do Dr. Dolzan (antes do Sesostris)

Cartório da Dona Cecília, do qual ela ficou até os anos 90 e não deixava registrar crianças com nomes estrangeiros.

O Roberto Rossi tinha um bar, acho que o nome era Porão, embaixo de onde é o Super Chaves. Não é o bar que nos anos 90 era embaixo do Super Da Hora, eram embaixo do Super Chaves mesmo. (o nome do bar era "METRÔ").

Churrascaria Guaporé era o máximo e vivia cheio.

Todo mundo ia até a Ponte do Pelotas ver a "ponte antiga" que tinha caído nos anos 60 e tomar cerveja lá.

Posto do Wadis era um dos maiores postos de combustíveis do Estado.

Camburão da Brigada era conhecido como "pata choca". O por que até hoje eu não sei...

Estudar inglês era no Minski, só depois veio o Yázigi.

A Loja dos "Dorigatti" na avenida era sempre cheia e talvez a maior da região.

A "elevada da Brigada" ainda não existia e não tinha como passar carro por ali (sim a Rua Ramiro Barcelos, terminava antes de chegar naquela descida que vai à Brigada Militar).

Campo de futebol do Franciosi, em que a marca do campo era um "levantamento" do gramado. Excelente para fazer gol.

Loja Chaves era um dos "point's" para a compra de roupa jovem - Aonde hoje é a antiga Padaria Gobetti, a Tarutis e a Algo Mais.

Loja Frozi, era uma grande loja de confecções (hoje ali fica a Belã).

Alemão das Chaves - Na época não tinha estas lojas de chaves e etc., tudo era com o alemão das chaves.

Casa Cléa - Aonde é a Sensuale - Tinha de tudo para casa e principalmente brinquedos. Para comprar carrinho de ferro, o local era ali, pois tinha eles expostos, num tipo mini prédio.

O SUPER CESA TINHA UMA FILIAL NA AVENIDA, ONDE É A PROLAR A CIA DOS SAPATOS

LIVRARIA DO ESTUDANTE ERA UMA SALA DE 2M x 2M ONDE HOJE É O BRADESCO

E QUEM QUERIA VER UM FILME DE VÍDEO CASSETE TINHA LOCADORA KALOA, que virou loja de discos.

O Flávio Figueiró tinha uma cafeteria, ao lado da relojoaria, que era um corredor estreito, as mesas tinham que ficar na rua.

Livros escolares eram comprados na FENAME, com 50% de desconto.

Embaixo do Edifício Vó Juventina abriu o PONTO SALGADO (da mesma dona do Ponto Doce), que só funcionava à noite.

Pizzaria era a Napole e o Recanto, esta última ficava em cima do Bradesco.

Em cima do Clube do Comércio abriu o Degraus 40, super poit da juventude.

O maior medo dos pais era que os filhos bebessem e fossem fazer pega na decida da Zona.

Quem estudou no São Francisco nunca vai esquecer os Irmãos, Santo (morreu em 2009), Cadoná, Jair e Piva, este último sempre com sua régua gigante.

***Irmão Piva poderia ser comparado hoje com o Felipão. As seleções de 74, 73, 72 e 71 eram praticamente imbatíveis. Irmão Santo era quase o Hugo Chaves

Já no São José tinha as inesquecíveis irmãs (e gêmeas) Gema e Genoveva ou então a terrível Pedrotti.

Na boate do Jockey Club, aos domingos, no final da tarde, as tradicionais matinês dançante.
Maciel, que ficava ao lado onde hoje é a Fattale.

A farmácia do Gelson, a Confiança, onde hoje é a Pirâmide Informática.


Farmácia na cidade era a "Farmácia do Lar" a maior da cidade do Sr. Francisco Marques.

Corridas de bicicleta na Delegacia de Educação com a "Honda e a Yamaha".

O programa de Sábado a noite era tomar vodka "Pop" na Avenida e depois fazer serenata. A guria que não abria a janela ganhava uma vaia ou um heavi metal.

Quem podia ter som bom no carro tinha um amplificador Tojo e twiter Lesson

Tinta Nuguett na lanterna traseira também fazia parte do equipamento do carro.

Brinquedo era Mundo dos Plásticos que ficava no prédio onde é as lojas Delta, ficava ao lado do Laboratório Pereira, porque exame ela ali ou no Laboratório Rota, em cima da atual Moda Viva Homem.

Roupa de Criança era na Loja Biazus, ao lado da atual Cacau Show.

E os domingos, quem não sentou na frente das lojas Strasburger?


Quem não passou suas tardes no Ponto Doce e a sexta noite no Ponto Salgado. Ou então comeu um Xis na madrugada no XIS Pentelho em frente à Padaria Sabor de Lar.


Autor do texto: Carlos Alberto de Oliveira,  jornal Correio Vacariense.
O grupo Nosso Balanço surgiu em 2006 na cidade de Charqueadas, no Rio Grande do Sul. O grupo conta com uma ótima estrutura de som luz e imagem. E para isso com um ônibus DD 4 eixos e uma Van Renaut Master.
 
Logo do grupo Nosso Balanço
O Nosso Balanço, já diz o próprio nome o seu estilo, que tem por característica o balanço da gaita, alegria e irreverência que é, o que o grupo leva até o público. O grupo tem um repertório variado diferenciado para CTG’s (Centro de Tradições Gaúchas) e outro repertório com músicas bem atualizadas para clubes, feiras e shows ao ar livre.

Foi lançado no mês de março de 2008 o primeiro CD que foi executado nas principais rádios do sul do Brasil. O CD tem como título Nosso Som e as músicas destaque desse trabalho são – Menina, Tô Doido e Do Jeito Que o Véio Qué.

Em 2010 o grupo Nosso Balanço assinou contrato com a gravadora Vertical, lançando em setembro de 2011 o segundo CD que tem como título Na Mira do Sucesso dando destaque às músicas Tem Quem Queira, Fala, Pega na Cintura e Da Boca Pra Fora.

Em 2013 o grupo lançou dois CD’s, um traz o título Entre o Campo e a Cidade, um CD com clássicos gaúchos voltado para o mercado da música gaúcha. O outro CD contém músicas românticas, falando de letras do cotidiano com um repertório bem selecionado, feito com muito carinho para todos os fãs e amigos do grupo Nosso Balanço.

Nova formação do grupo Nosso Balanço usando pilchas para bailes em CTG's e rodeios crioulos


Em 2016 foi lançado o sexto CD do grupo Nosso Balanço tendo com título #ÉHTUDONOSSO um trabalho que vem sendo muito bem recebido pelo público em todo o Brasil. Um CD que traz regravações e músicas inéditas que já estão fazendo parte das mais tocadas em várias rádios da região sul do país. 
Senta aqui china, ao meu lado
Assim bem pertinho
E conversemos juntinhos do muito
Que vivemos querida,
Sempre, sempre nesta vida, lutando sempre
Sozinhos.

Atiça um pouco essas brasas,
Que há um tição umaceando,
Sinto os olhos lagrimejando
E a voz se me embaraça,
Mas a causa é a fumaça
De algum pau verde chorando.

Encilha o mate querida,
Vamos tomando um amargo
Enquanto te dou o encargo
De uma ultima vontade
Sei que em nada porás embargo,
Confio na tua amizade.

Não chores prenda,
Tem calma que é preciso ter paciência,
Porque tudo que tem existência,
Um dia também terá fim
E porque razão só de mim
Se esquivará a providencia?

Presta bem tua atenção,
Em tudo que vou dizer
Sei que muito vais sofrer
Rolando cantos alheio
Mas nunca tenhas receio
De cumprir o teu dever.

Despreza a má companhia,
Mesmo sendo ela um bocó
Nem de todos tenha dó
Que as penas não dão cuidado
Tenha sempre esse ditado
Um boi solto sambe-se só.

Procura ser comedida
Dentro da própria desdita
E se te sentires aflita
Contra qualquer falsidade
Lembra que toda a verdade
Nem sempre deve ser dita.

Vende as pilchas que eu te deixo
Não tenhas nisso cuidado.
O meu apero prateado
Que me custou tanto dinheiro
Até a quaiaca e o isqueiro
Te darão alguns trocado.

O tordilho sobre passo
Até o zaino pinhão
Só não vende o alazão
Que é manso do teu andar,
Vende as garras de domar,
Badana, pesuelo e o facão.

Vende tudo minha prenda,
Sovéu, o lado e o arreador,
Também vende tirador
E os estribos de picharia
Até para as três Marias
Não faltará comprador.

Só não vende aquele lenço,
Que a muito tenho guardado,
É o meu lenço colorado
Que usei com tanto gosto,
Me tapa com ele o rosto pra ser
Comigo enterrado.

E esse poncho de vinha,
Esse velho poncho amigo,
Que durma sempre contigo,
Bem de encontro do coração
Pois assim terás a impressão
Que estas dormindo comigo.


Autor Fermino Desidério

O grupo Turbinados iniciou suas atividades em abril de 2012, já de cara lançando seu primeiro CD com a participação de Gildinho do grupo Os Monarcas e também de Ronaldo Caldas do grupo Sorriso Lindo. São 10 músicas inéditas, uma regravação e outra ao vivo.



Com uma excelência estrutura de som e luzes, painel de LED, equipamento computadorizado e digital, faz que o show seja um grande espetáculo.



Turbinados da Vaneira conta ainda com um ônibus Paradiso personalizado GV 1450 para proporcionar um excelente conforto os músicos do grupo. Possui também um veículo de pequeno porte personalizado para viagens rápidas.

Em comemoração aos cinco de estradas lança a música Pergunta Cretina, Resposta Bagual com a participação especial do Gaudêncio.


Turbinados da Vaneira é formado por músicos profissionais, sendo que toda a equipe já se destacou em grandes grupos da música gaúcha, destacando-se pelos excelentes timbres de voz e pelas qualidades musicais.



O grupo se destaca por ter um bom repertório e por fazerem vários estilos e ritmos em seus shows, bailes e eventos. Além disso, Turbinados da Vaneira conta com o apoio de uma excelente equipe técnica que sempre presente nas apresentações do grupo.



Em novembro de 2013, o grupo lançou o seu segundo CD com o título “Não Somos Filhos do Rio Grande, Mas Somos Cria do Sul”. Neste trabalho o grupo as participações de Guilherme Marques e Régis Marques do Grupo Rodeio, Márcio Fava do Chiquito & Bordoneio e Marlon Moraes do Grupo Talagaço.



Em fevereiro de 2016, o grupo lançou o 3º CD, uma edição especial em comemoração aos quatro anos do Turbinados da Vaneira, sendo nove músicas inéditas e oito regravações do 1º e 2º trabalho.



Neste ano de 2017 o Turbinados lança a sua nova música de trabalho “Pergunta Cretina, Resposta Bagual” com a participação de Gaudêncio, personagem do humorista Cris Pereira.



Te aprochega e confira essa moda bagual do Turbinados da Vaneira:




O Grupo Oiga Tchê, nasceu em 1985 na cidade de Maringá (PR). Formado por cinco amigos que queriam divulgar a tradição gaúcha. Ao longo do tempo o grupo lançou vários discos de vinil e vários CDs, após um tempo parado, Fernandinho que começou cantando e tocando guitarra neste grupo, resolveu reativar e manter acesa a chama do Oiga Tchê, Com seus novos parceiros trazendo a tona toda musicalidade e tradição que sempre teve o grupo Oiga Tchê, trás músicos renomados:

Voz: Fernando Marinho

Acordeon e voz: Maurício Machado

Baixo: Wandley (Bala)

Guitarra e vocal: Fabiano Malheiros

Bateria: Samuka Rodrigues

Percussão: Alex Borges.

Sem pretensão esses músicos só querem tocar e curtir a tradicional musica do Rio Grande do Sul! O novo CD marcando a volta do Oiga Tchê e contendo várias regravações de sucesso.
Disponível em todas as plataformas digitais. Acesse o site http://www.oigatche.com.br/ para fazer o download do CD.

Te aprochega e confira o Grupo Oiga Tchê interpretando a música Me Chamam de Gaúcho:

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