No mês passado, eu tinha feito uma enquete no Instagram
Stories do Repórter Riograndense sobre o que as pessoas presavam mais no
chimarrão: sabor ou tradição.
A enquete tinha o intuito de saber se os apreciadores de chimarrão preferiam um mate, que segundo o costume gaúcho o mate precisa estar “pelando” de quente. Dependendo da temperatura da água, pode acabar queimando a erva, deixando o mate mais amargo. Ou se as pessoas preferiam um chimarrão presasse pelo sabor, usando a água na temperatura recomendado, cerca de 70°C, e também uso de composto de ervas misturados com a erva-mate como cidreira, camomila, erva-doce, gengibre entre outras ervas.
Para 72% das pessoas que votaram na enquete, o chimarrão tem de presar pela tradição. Isso mostra que parte das pessoas não aceitam “modismos” no preparo do mate.
No começo deste ano, o argentino Pablo Damián Gallego inventou a “cuia elétrica” que usa a eletricidade para aquecer o mate através de uma entrada USB ou por indução (sem fio). O fabricante afirma que as vantagens do mate elétrico são: manter a temperatura constante do chimarrão (em torno de 60°C), mais higiênico (evitando o acúmulo de resíduos por causa da troca constante de erva), e mais econômico, pois exige menos reposição de erva.
![]() |
| O "Mate Elétrico", invenção do argentino Pablo Darmián Gallego. Foto: Divulgação |
"O importante do Mate Elétrico, mais do que manter a erva-mate na temperatura correta, que ela não se desmanche e que não tenhas que jogar ela fora, é que tu podes voltar a tomar um chimarrão meia hora depois de parar e ele vai estar igual ao primeiro", disse Gallego em entrevista ao jornal argentino Clarín.
O Mate Elétrico mantém temperatura constante do chimarrão
evitando o choque térmico entre a água quente da garrafa térmica e água fria da
cuia normal. Esse processo acaba deixando o chimarrão sem sabor durante o
consumo, o chamado “mate lavado” como já estamos acostumados.
O Mate Elétrico é vendido em duas versões: cuia com entrada
para cabo ou conjunto de cuia + base de carregamento sem fio. O custo varia de R$ 70 a R$ 270 reais,
conforme tamanho e tecnologia usada na alimentação da energia. A base
também pode carregar aparelhos celulares que contam com o mesmo recurso. A cuia
é encontrada nas cores branca e preta, e pode ter até indicadores de
funcionamento em LED que dão o acabamento estético no porongo digital.
A seguir, te aprochega e confira o vídeo promocional do Mate
Elétrico:
Você acredita que essa novidade chegará logo ao sul Brasil?
Ou você continuará seguindo as tradições no preparo e consumo do “amargo”?
Fonte: G1 e GauchaZH

Tão inventando moda. Gosto do meu mate cevado todos os dias.
ResponderExcluirPostar um comentário
Muito obrigado por sua participação. Seu comentário será publicado em breve. Publicamos nossos posts novos lá no Facebook - caso desejar deixar seu comentário por lá e seguir o blog, o Repórter Riograndense te espera!