Você já se perguntou como surgiu a bandeira que une gremistas
e colorados como uma só nação? Pois bem, estamos no mês de setembro, o mês mais
gaúcho do ano, e o Repórter Riograndense vai te contar tudo sobre a bandeira
gaúcha.
Segundo o site do governo do estado do Rio Grande do Sul não há
um consenso sobre o significado das cores da bandeira rio-grandense. A versão
mais aceita diz que a faixa verde significa a mata dos pampas, a vermelha
simboliza o ideal revolucionário e a coragem do povo, a amarela representa as
riquezas do território gaúcho.

Bandeira do Rio Grande do Sul. Foto: Governo do Estado do RS.
Há fontes que dizem que as cores expressariam o auriverde do
Brasil separado pelo vermelho da guerra. Outras, mencionam que o vermelho seria
o ideal republicano.
A Bandeira do Rio Grande do Sul é originária da época da
Guerra dos Farrapos. Naquela época, a bandeira não tinha o brasão de armas. Sua
autoria é controversa: enquanto alguns apontam Bernardo Pires, outros falam em
José Mariano de Mattos. Algumas de suas características são de evidente
inspiração maçônica como as duas colunas que ladeiam o losango invertido,
idênticas às encontradas em todos os templos maçônicos.
No brasão da bandeira rio-grandense tem o lema: Liberdade,
Igualdade e Humanidade. Os símbolos do brasão estão diretamente ligados ao
Positivismo.
Na época da Revolução Farroupilha, a elite gaúcha militar e
política, em sua maioria, era ligada à Religião da Humanidade, como também era
conhecido o Positivismo de Auguste Comte. A colocação do termo Humanidade coube
a Júlio de Castilhos, governador do Rio Grande do Sul e autor da sua
constituição, que era considerado um grande seguidor das ideias do filósofo
francês.
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